Existem prisões feitas de muros, grades e portas de ferro. Outras, porém, são construídas silenciosamente dentro de nós.
Em **A Pior Prisão é a da Mente**, Andréia Cristina de Oliveira da Silva parte da realidade do sistema prisional para refletir sobre encarceramento, responsabilidade, ressocialização, família, vítima, sociedade e a possibilidade de mudança. Com um olhar existencial, a autora propõe enxergar o ser humano para além dos rótulos, sem negar a responsabilidade pelos próprios atos nem a dor provocada por eles.
Ao longo da obra, essa reflexão ultrapassa os muros das instituições e alcança outras formas de aprisionamento: o medo, a culpa, o julgamento, o passado, as expectativas, as relações e a necessidade de aceitação.
Entre prisões concretas e invisíveis, surge uma pergunta que atravessa todo o livro: **o que realmente significa ser livre?**
Mais do que oferecer respostas prontas, esta obra convida o leitor a olhar para sua própria história, reconhecer as grades que talvez já não consiga enxergar e perceber que, mesmo diante do que não pode ser mudado, ainda podem existir escolhas, responsabilidade e novas possibilidades de caminho.
Porque algumas prisões possuem portas trancadas.
Outras permanecem fechadas até percebermos que a saída existe.
| Número de páginas | 301 |
| Edição | 2 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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