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Algum amanhã de merda que para sempre já morreu
Categorias
Literatura Nacional, Poesia, Ficção, Horror, Psicológico
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Sinopse

"Neste livro, o leitor, que é sempre lembrado de seu papel e tratado com respeito e atenção, poderá perder a paciência com o autor por causa de sua extrema sinceridade e crueldade; por não ser tratado apenas por um idiota mal letrado que busca na literatura o remédio para a insônia ou para a falta (ou excesso de sexo), e também por ter a todo momento a visão abominável das suas (as dele próprio e as do escritor) vísceras expostas."

Luiz Carlos Cichetto – Poeta

Características
ISBN 978-85-920946-6-9
Número de páginas 88
Edição 1 (2015)
Formato A5 (148x210)
Acabamento Brochura c/ orelha
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Offset 75g
Fale com o autor
Sr. Arcano

Alexandre Souza nasceu em 1 de setembro de 1980, no Rio de Janeiro - Brasil. Adota o pseudônimo "Sr. Arcano" para assinar seus livros e promover toda a sua literatura.

Escritor cujo estilo predominante abraça gêneros como o terror, o horror, a loucura e o mistério. A estética sombria e por vezes noturna de seus escritos tem origem no estilo que o autor abraça, podendo ter como causa a realidade e os sentimentos dela recorrentes, assim como a ficção de sua literatura fantástica repleta de criaturas da noite, pesadelos e locais assombrados.

Tem como influência autores brasileiros como Augusto dos Anjos, Álvares de Azevedo e Cruz e Sousa; além de outros como Charles Baudelaire, Edgar Allan Poe, Schopenhauer e Nietzsche.

Não tem a literatura como profissão única, trabalhando em outras áreas relacionadas à tecnologia, procurando nas letras descanso e alívio do estresse diário. Apesar disso, escreve desde muito jovem. E começou a promover seus primeiros escritos de forma independente através de fanzines, sempre adotando o pseudônimo para separar sua ficção da realidade.

Porém, se a fantasia, como ele mesmo diz, "é uma realidade que nós mesmos criamos", talvez não exista diferença entre fantasia e realidade. Suas criações ganham vida em seus mundos imaginários, e são eternas como suas criaturas que desejam ser lendas, e não apenas mitos.

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