AQUI É RAULZITO FALANDO, BABY!
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Rock, Popular, Não Ficção, Música, Biografia
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Sinopse

Os biógrafos de Raul Seixas, cuja maioria denota em suas obras literárias um certo grau de idolatria pela figura e trajetória do baiano que virou mito e, talvez, levados pelo fã (natismo) latente, nenhum deles tem a aprovação literal da família Seixas e principalmente no falar de Kika Seixas, (ex-esposa e viúva) responsável pelo espólio do cantor, que afirma não ver nenhuma verdade histórica na maioria dos livros publicados por admiradores de Raul, tem a figura do rockeiro/brega como a de um "deus e grande filósofo". Poucas são as biografias do baiano, que verdadeiramente deram de cara com a proibição da família Seixas, caso mais específico foi o ocorrido com o jornalista Edmundo Leite, depois de engendrar um trabalho de pesquisa refinado e filtrado, com entrevistas fomentadas até no exterior e com inúmeras personalidades que tiveram suas trajetórias ligadas a de Raul, entre amigos, parentes e artistas dos mais variados segmentos, inclusive comigo, que passei um dia inteiro com o jornalista em minha modesta residência. Edmundo foi termitantemente perseguido e teve sua biografia proibida. Alegou a família Seixas, mais precisamente Kika Seixas, que a biografia escrita pelo o jornalista, detratava a vida pessoal do maluco beleza, pois abordava de maneira terrível a fase em que Raul mergulhara no uso constante de drogas e no alcoolismo. Sacanagem das mais tenebrosas, mesmo porque todo cristão sabe que Raul se afundou de maneira destrutiva no vício de drogas e no uso abusivo do álcool, coisas que terminaram por acelerar sua morte, além da diabetes que o levara há tempos a passar por cirurgia do pâncreas. Eu estou incluso nesta lista de biógrafos não aprovada pela família Seixas, pois todos os livros que publiquei sobre a trajetória artística e pessoal do mago do rock nacional, que jamais existiria com tamanha lucidez e alicerce, não fosse a presença endeusada do baiano Raul, foram publicados e antes escritos com o coração saudoso e, portanto, passivo de equívocos. Por sorte nenhum de meus livros sofreu a proibição da família Seixas, muito pelo contrário, Kika sempre me concedeu liberdade e autorização para publicar meus simplórios livros sobre o mito, de quem tive a honra de ser amigo. No entanto, afirma Kika e sua filha que, a maioria dos livros publicados sobre Raul, são eivados de erros e informações sem nenhum nexo, inverdades e fatos fictícios, portanto, a história de Raul está e sempre foi mal contada pelos biógrafos e nenhum deles merece credibilidade. Óbvio que, dentre tantos livros publicados depois da morte do baiano que sacudiu as estruturas da frágil música brasileira até então desprovida de bandeira e de sustentação, são verdadeiros caça-níqueis e utópicos ao extremo. Talvez até mesmo os livros que publiquei e agora este, que ora apresento aos admiradores do baiano, sejam apenas, meros textinhos sem pé nem cabeça. Entretanto, creio eu, todos os livros merecem um naco de respeito, pois, verdadeiros ou fantasiosos, todos mantem viva a memória do maior artista brasileiro de todos os tempos. A História sempre foi mentirosa e disforme. Ao escrever sobre a vida de quaisquer personagens, seja um artista de qualquer segmento artístico, político, empresarial, etc. nem toda a verdade é esplanada e contada. Amigos, conhecidos e parentes nenhum deles jamais contaria as mazelas e imundícies cometidas em vida por pessoas íntimas deles. E toda a verdade, sem escrúpulos, só poderiam ser ditas e confirmadas por pessoas intimas de todo ser biografado. E a verdade jamais é contada com veracidade ímpar. Todos nós temos passagens negras segredadas e as quais serão levadas ao túmulo conosco. Quem deveria contar toda a verdade sobre alguém que faleceu, jamais o faria, pois existe a imbecil ideia de se preservar a honra e a moral do falecido. O vencedor sempre tem segredos e degredos e nunca será verdadeiro. O vencedor é um ser incontestável e dono da mentira absoluta, porque sempre haverá de mentir ou de omitir.

Características
Número de páginas 210
Edição 1 (2020)
Formato A5 (148x210)
Acabamento Brochura c/ orelha
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Polen
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Isaac Soares de Souza
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