Quatro cruzes. Quatro mortes. Um século de violência e esquecimento.
Num velho muro de granito, na cangosta de S. Paio de Antas, quatro cruzes contam histórias que as pedras não deviam precisar de contar. Um acidente de caça em 1742. Um duelo de honra em 1744. Um rapaz anónimo abatido pelos franceses em 1809. Um camponês morto por outros portugueses na guerra civil de 1847.
Partindo de inscrições reais, “As Quatro Cruzes da Cangosta” reconstitui as vidas esquecidas de gente humilde que a História raramente dignou fixar. Entre o rigor documental e a liberdade da ficção, estes contos memorialísticos dão voz a quem a pedra cala — e lembram que os mortos só morrem de verdade quando os vivos os esquecem.
| Número de páginas | 89 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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