CLANDESTINOS
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Ficção
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Sinopse

Esta é a estória de um poeta laureado, de um poeta e profeta num casaco de couro marrom chamado Frederico. Um jovem e poeta e punk que morria de uma misteriosa tristeza e solidão. Um Napoleão em andrajos que criou um padrão de autodefesa em sua vida, na qual não acreditava no amor, na tabela de salário mínimo, no acerto de contas com o fórum íntimo das suas questões mais íntimas, na informatização da justiça divina, nas soluções milagrosas do governo, no pavão misterioso, no Papai Noel, nas orações com pagamento adiantado em igrejas evangélicas, na franquia de qualquer serviço sob sua tutela, nas filas quilométricas dos bancos, nos encontros íntimos nos estacionamentos escuros e no Viva o Povo Brasileiro, do João, (...) pois poetas são como as moscas e as vespas. Mexer com os poetas é como mexer num enorme vespeiro. Até que alguém o toca na multidão e todas as outras vespas aparecem, voando por todos os lados e em todas as direções.

Características
Número de páginas 428
Edição 1 (2010)
Formato A5 (148x210)
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Offset 75g
Fale com o autor
Elenilson Nascimento & Anna Carvalho

Elenilson Nascimento é poeta, ex-professor e como se não bastante, ficcionista de mão cheia. Graduado em Letras e Jornalismo, pós-graduado em Metodologia do Ensino Superior. Já participou de várias antologias pelo país, ficou em 1º Lugar no I Concurso de Literatura Virtual (Litteris), classificado no II Prêmio Literário Livraria Asabeça 2003 e Menção Honrosa no IV Concurso Internacional de Poesias em Cuba. Em 2001, teve seu nome incluso no Dicionário Biobibliografico dos Escritores Brasileiros, mesmo sem ter publicado um único livro homônimo. É autor de “Palavras Faladas Fadadas Palavras” (poesias), “Diálogos Inesperados Sobre Dificuldades Domadas” (contos) e “Clandestinos” (romance). Em 2006 organizou dois livros: “Contos Perversos” e “Poemas Dispersos” para a “Coleção Literatura Clandestina” (CBJE) e experimentou dessa dor de fazer o novo diante de uma vanguarda feita de elite e de passado e acabou se sentindo como um arrombador de uma porta decrepta, senil e velhaca. “Sinto que muitas vezes cortam-me as tripas, metralham todo o meu corpo, estraçalham meu coração, podam meus desejos, toldam meus sentimentos e tiram até o meu direito de pensar. Mas, só a poesia tem o poder hipnotizante de acalmar a alma, coisa que nenhum crítico “acadêmico” aplicadíssimo poderia explicar. Eu entendo tudo isso. Nesse meio, cada um está tentando ser mais “in” do que o outro. É muito bom não termos só a velha guarda, sempre devemos descobrir as cabeças novas e promissoras”.

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Comentários
3 comentários
Sexta | 04.06.2010 às 13h06
Portanto, amigos leitores e ledores, o papel de todo escritor é higiênico: limpar as cabeças. Engajado. Mas, ao mesmo tempo, totalmente livre. Quanto mais o homem se mecanizar, mais necessidade terá de voltar à educação. Do contrário, será devorado. Assim: NHÓC. (E. Nascimento) >>> Leiam a resenha de “Clandestinos” aqui: http://literaturaclandestina.blogspot.com/2010/06/lancamento-de-clandestinos.html
Sexta | 04.06.2010 às 13h06
Portanto, nós escritores somos românticos e "abestados" em ver a arte que sai da gente como um espasmo involuntário de uma dor ao assinar como um projeto da alma esse livro chamado de “Clandestinos”. E metaforizando aqui no site da própria editora, utilizando de cinismo e, muitas vezes, até nos revelando por completo e nos expondo com letras e verbos que soam injustos ou até dúbios, como o verbo "dar" quando é dito pela boca do Caetano.
Sexta | 04.06.2010 às 13h06
Nossa aptidão em escrever essa história tem neurônios incompatíveis aos refrões monossilábicos do pagode pós-moderno e foi decisiva na busca pela inspiração que pairou sobre os nossos olhares, e sobre esse admirável objeto de sedução que é a literatura. Sim, o livro continuará com dinâmico impacto o universo de nossas possibilidades. Em apologia à literatura, e, portanto, literária, cansamos dessa oligarquia paterna e patriarcal de “homens” metidos a colocarem reclusas aos seus escravos “feudais”.