Desde o início, importa sublinhar que a função supervisora não se reduz à fiscalização nem à simples aplicação de diretrizes. Ela se inscreve como lugar de mediação entre o que é prescrito e o que é vivido, entre a política pública e a cena concreta da escola, entre a lei que organiza e a norma que, quando excessiva, pode produzir sufocamento institucional. É nesse intervalo que o supervisor se constitui como sujeito implicado, atravessado por demandas contraditórias e por um mal-estar que raramente encontra nomeação.
Ao longo deste volume, a Psicanálise do Axé oferece instrumentos para ler a supervisão para além da lógica punitiva ou tecnicista, recolocando-a como função simbólica fundamental à sustentação do laço educativo. A lei, aqui, não é pensada como imposição externa, mas como operador que estrutura, limita e, ao mesmo tempo, possibilita o trabalho pedagógico quando mediada com responsabilidade ética.
| Número de páginas | 106 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Tipo de papel | Offset 75g |
| Idioma | Português |
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