Em Democracia Relativa, Paulo Mikcza conduz o leitor por um mergulho profundo nos bastidores do poder, revelando como elites políticas, econômicas, midiáticas e judiciais moldam o jogo democrático antes mesmo que o eleitor se aproxime da urna. O que parece escolha livre, muitas vezes não passa de um cardápio reduzido, cuidadosamente selecionado pela “bolha” que controla recursos, mídia, candidaturas e até o alcance das vozes.
Da ditadura militar às eleições polarizadas de 2025, o livro percorre a história recente do Brasil, expondo como o dinheiro, as ameaças, os boicotes e a manipulação digital transformaram o voto em um gesto simbólico — um ritual que legitima escolhas já feitas nos bastidores.
Mas não se trata apenas de denúncia. Entre críticas contundentes e reflexões filosóficas, Paulo propõe caminhos para furar a bolha: voto distrital, participação digital transparente, educação política cidadã e a construção de um futuro onde o povo deixe de ser plateia para tornar-se protagonista.
Mais do que um livro, Democracia Relativa é um chamado à consciência. Uma obra que incomoda, provoca e inspira, mostrando que o futuro da democracia brasileira depende da escolha que fazemos hoje: continuar na ilusão ou lutar pela realidade.
Número de páginas | 50 |
Edição | 1 (2025) |
Formato | A5 (148x210) |
Acabamento | Brochura c/ orelha |
Coloração | Preto e branco |
Tipo de papel | Offset 75g |
Idioma | Português |
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