Elegia Poética
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Não Ficção, Poesia
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Sinopse

Nesta antologia está presente não só minha mente ambígua, mas talvez de alguma forma, parte de meu nebuloso mundo. Há dor. Há amor. Há rancor. Sinto-me ludibriada. A dor é sóbria. O amor é utopia. E do rancor o que lhe sobra, fiz-me eternamente perdida.

Características
Número de páginas 42
Edição 1 (2015)
Formato A4 (210x297)
Acabamento Espiral c/ acetato
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Offset 75g

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A.C. lua

Cada verso que eu escrevo é como se fosse uma vida, e como toda vida, cada verso precisa de amor; infelizmente muitas vezes há dor; mas eu não me importo, pois ao depositar vidas sobre o papel, estou salvando minha alma. É um labirinto, me sinto tão só; tão sóbria. Cheia de verdades.

Nesta antologia está presente não só minha mente ambígua, mas talvez de alguma forma, parte de meu nebuloso mundo. Há dor. Há amor. Há rancor. Sinto-me ludibriada. A dor é sóbria. O amor é utopia. E do rancor o que lhe sobra, fiz-me eternamente perdida. No entanto, a vida anda tão melancólica, que não possuo fraqueza maior que diferencia-la da ilusão. Não me repudie pelos erros que cometi. Estou à mercê. E de mim mesma falara o tempo inteiro; monótono. Tudo seria afável se minhas escritas fossem reais.

As letras estão confusas. Poemas escritos do fundo da alma. Poemas escritos enquanto eu caminhei sobre os ponteiros do relógio de marfim, tentando regressá-lo. Mas tudo passa de pressa. E neste momento já se foram horas nestas palavras. Volto a repetir; tão afável; tão sóbrio. Aqui estou alimentando as expectativas da alma.

Elegia Poética: elegia-poetica.blogspot.com

Comentários

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1 comentários
Roberto Matheus da Costa
Quarta | 25.03.2015 às 12h03
Parabéns poetisa! Que a vida continue a lhe trazer ótimas rimas e versos!