ENSAIOS SOBRE ARTE E ESTÉTICA
Código do livro: 471142
Categorias
Pintura, Estética, Belas Artes, Linguagem Artística E Disciplinas, Filosofia, Artes
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Sinopse

Este pequeno livro reúne 17 ensaios sobre diversos temas relacionados às artes plásticas e à estética.

Os 15 primeiros ensaios problematizam alguns dos conceitos fundamentais da arte contemporânea, tais como a abstração, a relação entre a arte e a técnica ou a manifestação do conceito na produção artística.

Sua linguagem leve e a abordagem acessível devem-se a que estes ensaios tenham sido publicados, originalmente, como artigos em jornal.

Os dois últimos ensaios fazem uma breve análise da história da cultura. O penúltimo ensaio é uma análise sobre a Modernidade e a sua assunção estética. O último ensaio, por outro lado, dialoga com a simbologia de nossa própria época, por alguns denominada de Pós-Moderna.

Ensaios publicados

O emocional na arte

O espaço e a representação na história da arte

A apreciação e o objeto artístico

A arte e o abstracionismo

A estética do irregular

A relação entre arte e técnica

Crítica ao Neoexpressionismo

A arte conceitual

O admirável e o estético

O trauma moderno da História

Pompier contemporâneo

Valores artísticos e comerciais

A interpretação de Leonardo

Van Gogh e o signo da contrariedade

A estética de Max Bense

Algumas relações estéticas da Modernidade

Simbologia da cultura do século XX

Dois trechos selecionados

"A emoção, contemporaneamente, está associada ao novo, à moda. O novo, filho da indústria, reveste-se da estética para agradar, para tornar-se objeto de desejo. Superficialmente admirável, o novo cria a esfera da experiência que sempre está mais além.

"O choque perceptivo que, em princípio do século, era o mote estético das vanguardas artísticas, foi absorvido pela indústria do novo e, desde então, tem sido tão conjugado pela publicidade que chega, hoje, quase à anestesia. A emoção ofertada pela publicidade é imediata, passageira porque necessita ser descartável, intensa porque competitiva.

"Se apreender a arte é obter dela um lampejo emocional, de acordo com a visão do senso comum, como compatibilizar Rembrandt com refrigerante, Grünewald com o último tipo de automóvel?."

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"Um exemplo desta distinção entre as categorias estéticas abstrativa e naturalista é possível encontrar em Walter Benjamim. Quando o autor descreve, em um de seus livros, os dois tipos básicos de narrador, quais sejam, o camponês e o marinheiro, temos uma analogia com as duas categorias estéticas principais.

"O camponês, cuja vida transcorreu totalmente em um mesmo local, conhece deste local toda a sua história. Viu as crianças crescerem, viu as boas e as más colheitas, viu os que se foram. Tem, com esse local, uma identidade completa. A proximidade dele com os fatos faz com que sua narração transmita suas tradições, seus costumes. A experiência deste narrador, transmitida por suas estórias, é de natureza empática, insere-se na categoria estética do naturalismo.

"O marinheiro, ao contrário, tem sua vida transcorrendo em muitos locais diferentes. Sua narratividade traz aos ouvintes os fatos distantes não no tempo, como o camponês mas, sim, distantes no espaço. Sua experiência não é contígua, unitária, mas é a articulação de múltiplas vivências. A narração do marinheiro funda-se sobre a possibilidade de transcendência dos fatos isolados. Sua narração é um exemplo de narratividade abstrata."

Características
ISBN 9788562680021
Número de páginas 74
Edição 1 (2016)
Formato A5 (148x210)
Acabamento Brochura c/ orelha
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Offset 75g

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JOAO WERNER

Nasci em uma pequena cidade do interior rural do Paraná, Bela Vista do Paraíso, em 27 de outubro de 1962. Vivi toda a minha primeira infância na roça, em uma fazenda de café. Apanhei goiabas e jabuticabas no pé. Corri atrás de galinhas pelo terreirão e bebi a água cristalina da fonte, amparada na folha da bananeira.

Mais tarde, formei-me em artes plásticas pela Faculdade Santa Marcelina em São Paulo, cidade onde obtive, também, o grau de Mestre em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica.

Iniciei-me em artes plásticas no atelier do artista sacro Henrique Aragão, em Ibiporã (PR), em 1982.

Em 2007, participei da 6ª Biennale Internazionale della Arte Contemporânea de Firenze, Itália, expondo pinturas digitais.

Em 2008, recebi o 3º Prêmio na modalidade de Gravura da 1ª Bienal de Arte Contemporânea da Universidade de Chapingo, México, “Arte com raiz em la Tierra”, também com pinturas digitais.

Vivo e trabalho em Londrina (PR).

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