No sertão onde a lei muda de farda, mas nunca de intenção, este romance acompanha os últimos passos de homens e mulheres marcados pelo cangaço, pela violência e por escolhas feitas quando já não havia escolha alguma. Entre volantes, traições e promessas de anistia, o leitor é levado a um Brasil áspero, onde viver é resistir e morrer, muitas vezes, parece descanso.
Rinaldo, um velho ex-cangaceiro cansado de sobreviver, cruza o caminho de Nira e Irailço, dois jovens empurrados para a brutalidade por um mundo que nunca lhes ofereceu abrigo. Entre eles nasce um pacto silencioso, tecido com culpa, afeto e sacrifício, enquanto o cerco se fecha e o passado cobra seu preço com precisão implacável.
Mais do que uma história sobre o fim do cangaço, este livro é um retrato humano da injustiça que atravessa gerações. Aqui não há heróis — apenas gente tentando escapar do destino, buscando, em meio à dor, um último gesto de sentido antes que a vida, enfim, se cale.
| Número de páginas | 115 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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