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Livro EVA, MÃE DE ADÃO.

A Mulher o 'XX' e a Superioridade

Por: I. BORIS VINHA / BORIS VIGNA Denunciar

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Sinopse

Introdução: - O CONTEXTO...

Muito importante; leia com calma...

Muitos filósofos, sociólogos, psicólogos, antropólogos, já falaram sobre a mulher. Afirmaram que era subjugada, a dona do lar, incapaz, enfim, era nada!

Portanto, não falaremos sobre essa mulher; ela nunca existiu, mas foi inventada, criada pelo homem que dela sempre teve medo.

Os autores que se dedicaram a prosar, prosear, a ensaiar, sobre as mulheres, infelizmente, sempre acentuaram a inferioridade feminina 'inventada'. Isso criou, durante milênios, uma falsa impressão da fêmea; e ainda traz seus resquícios.

Falou-se tanto da 'coitadinha' que o conceito se arraigou no subconsciente dos humanos machos e de muitas fêmeas.

Acontece o mesmo com a perpetuação dos outros preconceitos, como o racial, o social, o religioso, o intelectual, e todos os conceitos idiotas especulados por pseudos filósofos e seus seguidores intelectualizados. Criaram-se tantas particularidades para a mulher, durante os tempos, que está difícil para ela tirar esses estigmas das costas.

- Quanto mais se fala em preconceito, mais preconceito existe!

Discutir cor humana, por exemplo, é bater na mesma tecla até que o conceito se fixe de um modo difícil de ser arrancado da mente ignorante. Todos os preconceitos são frutos da beocidade, do atraso e da ignorância do conceituador.

No caso da fêmea, algumas feministas radicais trazem à tona, a todo o momento, as suas teorias de desigualdade que só atiçam as cabecinhas retrógradas dos perpetuadores de conceitos.

Ficar brigando com o macho mostra a tentativa de uma equalização de características totalmente opostas. A mulher é mulher e o homem é homem! - Quer dizer, nem sempre!

Passeatas e discursos radicais nunca resolveram nada, somente atiçaram os defensores das contrariedades e motivaram as defesas dos contrariados. E isso ocorre em todas as atividades humanas, na política, na religião, nos esportes; em tudo.

E, mais a mais, a mulher sempre foi superior ao macho pretensioso, na história humana.

Algumas afirmações no livro poderão ser entendidas como sarcasmo do autor, mas são simplesmente as constatações da realidade.

Atenção: - Esse livro pretende ser a redenção da mulher subjugada pelo machão. Tentaremos mostrar aqui a superioridade da fêmea sobre o macho. Contaremos a 'estória' de uma mulher e todas as vicissitudes por que passou durante a vida, mostrando a sua superioridade e por que é uma verdadeira heroína. Tentaremos colocar o homem no seu devido lugar e nos redimirmos das injurias causadas à mulher, desde quando fomos 'inventados' como humanos.

Contos e histórias sobre as verdadeiras heroínas fazem parte do nosso contexto, mostrando que a mulher é muito mais forte, mesmo sendo meiga e doce. O homem sempre mentiu sobre ela tentando se abrigar do medo que sente da sua superioridade.

E o macho nasceu da fêmea em todos os sentidos:

- Nasceu porque ela é mãe; e nasceu porque se degenerou de um dos seus 'X'. - Há pouco tempo atrás o homem nem existia!

− Mas e esse autor é macho? ...Podem perguntar os meus possíveis leitores! - (Homem disfarça e lê as revistas da mulher).

− Pô, se ele é macho como fica execrando o homem dessa maneira?

Podem crer possíveis leitores, o autor é macho dentro do conceito animal de masculinidade: - A testosterona fez dele, também, um ser bruto, cheio de pelos, muitas vezes irracional como qualquer outro homem, quer dizer... os que não se depilam.

-... Mas, mesmo dentro dessa macheza toda, o autor traz a consciência intranquila quanto a essa sacanagem que nós e as religiões fizemos com a mulher, e por isso tenta contar a sua 'verdade'.

- Aliás, é moda a desmistificação dos falsos heróis, as desconstruções dos falsos salvadores da pátria e até dos falsos homens.

A espécie humana surgiu somente com o 'XX', o que continua caracterizando a mulher, e com a degeneração de uma perninha de um desses 'X' é que o macho foi criado.

Enfim, o autor gosta muito das mulheres e prefere inclusive conversar com elas ao invés de jogar conversa fora com os homens; esses somente contam vantagens.

Por isso, pede para os leitores, os verdadeiramente machos, que não se melindrem com as verdades aqui expostas. Somente os falsos, os que têm medo da fêmea, da sua superioridade como espécie racional, é que se exasperarão. - São verdades fortes!

A verdadeira fêmea aparecerá sem disputas feministas contra os machistas e a felicidade será eterna, como deveria ser desde os Adãos e Evas bíblicos, quando o Adão, com medo que a Eva despontasse como a ‘gerente’ do paraíso... e a queridinha do 'Chefe', inventou para o Criador que ela foi corrompida pela cobra e traiu a pureza das regras do Éden. -... Agora, cá entre nós, se inventarem algo melhor do que a mulher; não me informem estou satisfeito assim!

BRAVAS MULHERES SEMPRE EXISTIRAM,

...mas a verdadeira heroína é a mulher comum.

Os machos nunca deixaram surgir heroínas, é difícil encontrá-las nos compêndios da história da humanidade, mas, depois de muito trabalho de pesquisa, encontramos algumas e delas faremos o símbolo feminino. A mulher comum, como mãe e avó, é a heroína da ‘estória’ que lhes contaremos:

Viagens, hotéis de alta categoria, luxo, restaurantes renomados, eram a rotina do Mario enquanto foi diretor contratado por uma grande empresa multinacional.

- Essa é a vida, no dia a dia, do empregado de alto nível em grandes empresas. Já foi mais!

(Discorreremos um pouco sobre isso, depois falaremos do Mario).

-... Diretores de indústrias, principalmente das multinacionais, além dos salários em dólares, tinham uma infinidade de outras regalias que chamavam pomposamente de 'fringe benefits'. Era um orgulho dizer:

− Tenho um bom salário mais o fringe benefits!

Isso denotava que o metidão se sobressaia sobre os demais, era o chefe cheio de orgulho. O funcionário gabaritado, principalmente o sul-americano, se achava importante por isso e existiu entre os anos de 1960 até o final da década de 1980.

E nesse tempo as nossas queridas mulheres podiam ser somente secretárias executivas, no máximo; salvo raríssimas exceções.

Se bem que, quase sempre, quem sabia de tudo e dava as cartas por baixo do pano era a secretária; ela fazia tudo e ele levava a fama.

O homem 'importante', o que recebia os 'fringe benefits', não permitia que ela chegasse a cargos de gerência;... diretoria, então, nem pensar!

Quando a mulher chegava a um posto importante mostrava tanta superioridade gerencial sobre o bitolado homem que ficava até ‘chato’ de se ver. Mas o funcionário dava um jeitinho de arrumar um complô contra a 'fêmea chefe' e invariavelmente ela caia.

- Era o medo emergindo do subconsciente e intuindo que se a deixasse caminhar ela mandaria nele com poderosa competência.

Somente nos anos mais recentes, final do século XX, é que muitas mulheres aptas começaram a dirigir os machões que, dessa vez, ficaram quietinhos em relação ao mando da superiora; agora ela veio preparada com cursos especializados em gerenciamento empresarial e com novos conhecimentos técnicos de gestão.

Categorias: Antologias, Drama, Biografia e Testemunho, Ficção e Romance, Aventura
Palavras-chave: adão, avó, eva, feminina, frio, genético, mulher, mãe, neta, preconceito, superior, superioridade, xx

Características

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Número de páginas: 228

Edição: 2(2008)

Formato: A5 (148x210)

Coloração: Preto e branco

Acabamento: Brochura c/ orelha

Tipo de papel: Offset 75g

Reconhecimento

Sobre o autor

Mini
I. BORIS VINHA / BORIS VIGNA

I. Boris Vinha é brasileiro, nascido lá no oeste do estado de São Paulo, Brasil.

Escreve desde 'criancinha' e tem perto de 40 livros escritos;

Escreve todos os dias, de 5 a 8 horas por dia e, se não morrer tão cedo deixará pelo menos 100 livros escritos...


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