Isto não é apenas um livro.
É uma espécie de reflexão de vida para pessoas como a Guida, que sente fome e sede, como se estivesse sozinha no deserto, dividida entre “dois ou mais mundos” sem saber sua real direção, onde o que se diz ser um mundo concreto é seco, sem alternativas para saciá-la. Ela se sente um “bicho ambulante” andando em cordas feitas com dedos humanos; que não mais suporta as 24 horas a que foi ofertada num prato fosco cheio de sujeira, melancolia, hipocrisia, falsidade, mentiras, traições, desprezo, mas também de esperança, inclusive de resgate espiritual.
Uma história com e sem expressão, com clareza e com tons de uma cor que parece não ter cor. Ela possui uma sabedoria de vida, não dá para negar, mas é a sabedoria dos alienados, como muitos a denominam.
Uma pausa: existe algo sem cor? Existe, talvez, uma forma de dar cor à sua vida, mesmo para além dela?
A aquarela de Guida é outra, ela pintou uma vida, sendo resgatada da sequência de socos de realidade, os quais doíam seus olhos, mente e alma. Mas um dia aconteceu tudo, tudo o que Guida esperava como uma humana, inclusive o que ela não esperava - a morte e a vida ao mesmo tempo e a ajuda das Évias, o socorro necessário e para além da essência humana.
A você, só restam três opções: identificação, julgamento ou empatia.
A vida, sem dúvida, continua mesmo sem querer, mas ela insiste e nos resgata de alguma forma.
| Número de páginas | 159 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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