MK Ultra, as cores da programação – Controle mental na produção midiática moderna é uma investigação profunda sobre o uso das cores como linguagem simbólica, psicológica e subliminar nas produções midiáticas contemporâneas.
Partindo do histórico do projeto MK Ultra e de seus métodos de fragmentação psíquica, despersonalização e reprogramação mental, Ricardo Max conduz o leitor por uma leitura que ultrapassa documentos oficiais e alcança o campo do simbolismo, da psicologia das cores, da espiritualidade e da linguagem audiovisual.
O livro revela como cores não são meros recursos estéticos, mas códigos de comunicação capazes de atuar diretamente no subconsciente coletivo. A mente humana é apresentada como um sistema sujeito a inputs e outputs, onde símbolos, narrativas e estímulos visuais funcionam como programas inseridos de forma repetitiva e subliminar.
Ao longo da obra, filmes, animações, performances artísticas e eventos midiáticos são analisados sob uma ótica simbólica, revelando como a paleta cromática é usada para evocar emoções, induzir comportamentos, reforçar arquétipos e moldar percepções. Produções como Alice no País das Maravilhas, A Bela e a Fera, A Fantástica Fábrica de Chocolate, além de apresentações musicais contemporâneas, servem como estudo de caso para compreender a atuação das cores como ferramenta de influência.
A obra também dialoga com tradições antigas, como a Cabala, a alquimia e o sistema dos chacras, demonstrando que o conhecimento sobre cores,
| Número de páginas | 110 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Couche 90g |
| Idioma | Português |
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