Ninguém perguntou. Mas eu respondo.
Não é um manual. Não é um conjunto de verdades. Não é uma tentativa de ensinar ninguém a viver.
É um livro de opinião de dentro — de quem viveu, perdeu, pagou o preço e não pediu desconto.
Aqui não há neutralidade. Há tentativa de ser honesto. Sobre o corpo que adoece, sobre o amor como casa de apostas, sobre a felicidade que vicia e não dura, sobre a estranha paz de aceitar que não se é feliz.
Cada capítulo é uma resposta. Para perguntas que ninguém fez.
“Para estragar certezas bonitas.”
| Número de páginas | 43 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Couche 90g |
| Idioma | Português |
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