Algumas pessoas desaparecem sem deixar rastros. Outras desaparecem duas vezes. Quando Helena Morris desaparece, o detetive Daniel Vale assume um caso que, à primeira vista, parece não oferecer respostas. Não há testemunhas confiáveis, faltam evidências e, quanto mais ele procura, mais percebe que existe uma engrenagem oculta por trás daquele sumiço. Então surgem novas vítimas. Fotografias deixadas em lugares impossíveis. Nomes que ressurgem onde não deveriam. Mensagens cuidadosamente calculadas por alguém que parecia observar cada passo das vítimas muito antes de elas desaparecerem. Ao lado da detetive Viviane Nascimento, Daniel percebe que não está diante de uma sequência de casos aleatórios. Há um padrão — e o rastro está sendo deixado de propósito para que eles o encontrem. Por trás de tudo está uma figura enigmática conhecida apenas como O Colecionador. Ele não coleciona objetos. Coleciona nomes. Para ele, desaparecer não significa apenas deixar de existir. Significa ser apagado da memória daqueles que um dia se importaram. Enquanto tenta reconstruir a história de cada vítima, Daniel precisa lidar com uma caçada em que a própria memória pode se 1transformar em uma arma, e as evidências escondem um perigo muito maior do que aparentam. Porque, quando alguém decide quem será lembrado e quem será esquecido, a pergunta deixa de ser apenas: Quem está desaparecendo? E passa a ser: Quem será o próximo nome a ser apagado?
| Número de páginas | 548 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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