O Limite da Objetividade Jurídica examina um dos problemas centrais da experiência jurídica: como buscar objetividade quando todo conhecimento humano é limitado por percepção, memória, linguagem, interpretação e contexto.
Dando continuidade às reflexões iniciadas em A Psicologia da Convicção Judicial, esta obra investiga os limites das convicções humanas e suas consequências para a compreensão da verdade, da prova e da decisão jurídica. Se os seres humanos observam parcialmente, recordam imperfeitamente e interpretam inevitavelmente, como ainda é possível falar em objetividade?
Sem aderir ao dogmatismo, ao relativismo ou ao ceticismo radical, o livro sustenta que a objetividade jurídica permanece possível como ideal regulador. A verdade continua existindo, ainda que nenhum indivíduo possa possuí-la integralmente. A busca da objetividade consiste em reconhecer limitações, reduzir erros e aperfeiçoar continuamente os processos de conhecimento e decisão.
Dialogando com a Filosofia do Direito, a Epistemologia, a Psicologia Cognitiva e a Hermenêutica, a obra mostra que a maturidade jurídica não nasce da pretensão de certeza absoluta, mas da capacidade de decidir com responsabilidade diante da incerteza.
A objetividade não é um ponto de chegada. É um compromisso permanente com a verdade, a prudência e a responsabilidade institucional.
| Número de páginas | 269 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Couche 90g |
| Idioma | Português |
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