Advertências são expedidas, multas são aplicadas e assembleias voltam a discutir os mesmos fatos. Ainda assim, determinadas condutas persistem e tornam cada vez mais difícil compartilhar o mesmo espaço. O que pode fazer o condomínio quando os instrumentos ordinários já não são suficientes para restabelecer a convivência?
"Quando o Vizinho Destrói a Convivência examina uma das questões mais delicadas do Direito Condominial: o chamado condômino antissocial e as respostas jurídicas possíveis diante de comportamentos reiterados que comprometem a segurança, o sossego, a saúde ou as condições objetivas de convivência.
A obra diferencia os encargos ordinários da vida coletiva, as infrações isoladas, o descumprimento reiterado dos deveres condominiais e o comportamento nocivo qualificado previsto no artigo 1.337 do Código Civil. Também analisa a função social da propriedade, o abuso do direito, os direitos fundamentais nas relações privadas, a convenção, o regimento interno, as sanções condominiais e as garantias que devem acompanhar sua aplicação.
Especial atenção é dedicada à produção e à conservação das provas, ao contraditório, às assembleias, à fundamentação das decisões e à proporcionalidade das providências adotadas. O livro demonstra por que reclamações genéricas, abaixo-assinados ou a simples repetição de multas não substituem a apuração individualizada dos fatos.
Nos casos mais graves, são examinados o afastamento judicial do responsável, seus fundamentos, seus limites
| ISBN | 9786502295250 |
| Número de páginas | 232 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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