O mundo que eu vejo, eu crio.
Uma folha de papel em branco representa algo infinito. No momento em que você coloca qualquer coisa naquele papel, você limita a Vida. O papel, em branco, simboliza o Todo; no instante em que qualquer traço aparece, o Todo se perde, e apenas alguma parte dele se manifesta em existência.
Sua mente funciona da mesma maneira, mas ao invés de palavras, se expressa em pensamentos. A cada instante, infinitas possibilidades estão disponíveis. Existe, porém, algo que quase ninguém percebe:
Grande parte do que você acredita sobre si mesmo foi escrito antes que você pudesse questionar a caneta que escrevia a sua história.
Você aprendeu o que era possível.
O que era impossível.
Quem deveria ser.
O que era certo ou errado, e muitas vezes até onde seria capaz de chegar.
E continuou escrevendo a partir daquilo sem questionar de onde surgiram aquelas palavras que deram início ao que você é hoje.
Este livro é um convite para reconhecer o que você vem escrevendo e descobrir o que acontece quando você volta a segurar o lápis que conta a história da sua vida.
A arte da criação consciente.
Treze capítulos sobre como a mente constrói a realidade que você habita, com um exercício ao fim de cada um. Nada aqui pede fé isolada, tudo aqui pede que você teste e confirme por conta própria.
| ISBN | 9786502345283 |
| Número de páginas | 194 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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