Não seria exagero dizer que, a partir de hoje, todo amor do país pertence a um só homem. Não que ele seja amado a ponto de receber o afeto de uma população inteira. Na verdade, é exatamente o contrário: não se conhece quem diga amar o dono do amor de todos.
Muitos falharam ao tentar impedir que tomasse para si o amor de um país que, exatamente por isso, viu tantos o odiarem. O fato é que a maioria concordou com a medida que levou alguém a comprar da nação o amor. Sim, Eduardo Ladeira é o dono desse amor, não enquanto ato ou estado, mas como substantivo, adjetivo e verbo: o poeta comprou a palavra “amor”.
A partir de agora, “amor” é o produto de Ladeira e — a quem puder pagar — será entregue literalmente entre aspas. “Quanto valerá o amor?”, indagam-se todos. Repetem uma pergunta milenar que, a partir de agora, terá uma ótima oportunidade para ser finalmente respondida.
| Número de páginas | 289 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 90g |
| Idioma | Português |
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