O Vinho e Eu não é um livro sobre uvas, regiões ou técnicas.
É um livro sobre existir.
Em forma de diálogos íntimos entre a autora e o vinho, a obra percorre dores, silêncios, quedas, amadurecimentos e reconciliações com a própria história. O vinho surge como personagem, às vezes confidente, às vezes espelho, às vezes divã, acompanhando a narradora em momentos de perda, fé abalada, solidão, injustiça, preconceito, medo do tempo, mas também de renascimento, prazer, riso e amor.
Ao longo das páginas, o leitor encontra reflexões sobre a fragilidade humana, o peso do julgamento social, o etarismo, a ignorância, as fake news, as relações que ferem e as que salvam, a espiritualidade vivida sem dogmas, o luto pela mãe, a reconstrução da própria identidade e a coragem de assumir imperfeições sem vitimismo.
O vinho, com seus aromas, cores, taninos e silêncios, ensina que a vida, assim como ele, precisa de tempo, paciência e escuta. Nem toda acidez é defeito. Nem toda cicatriz é fracasso. Algumas dores apenas pedem decantação.
O Vinho e Eu é um livro para quem já caiu, para quem já acreditou demais, para quem já errou, para quem envelhece com medo, mas ainda escolhe a sensibilidade. Um convite para sentar à mesa da própria alma, servir uma taça e compreender que amadurecer não é endurecer, é ganhar profundidade.
No fim, não se trata de vinho.
Trata-se de humanidade.
| Número de páginas | 136 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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