A maior parte dos projetos de paisagismo começa pelas plantas. Este livro propõe outra ordem.
O que define a experiência de um espaço não está nas espécies escolhidas. Está na forma como o vazio organiza a percepção de quem o atravessa. É nele que acontecem os percursos, os encontros, o pertencimento, a contemplação e as possibilidades que o projeto pretende favorecer. As plantas dão forma a essa intenção, mas não a substituem.
É dessa inversão que nasce o Paisagismo Espaçoceptivo.
Em vez de começar pelos elementos, este livro propõe e fundamenta uma maneira de projetar que parte da experiência humana, organiza o vazio que a torna possível e, só então, define plantas e materiais. Dos vazios aos cheios.
Ao longo do livro, percepção, psicologia ambiental, Gestalt, fenomenologia e prática projetual são articuladas em um método único de leitura e projeto do espaço. O objetivo não é substituir a técnica botânica nem as exigências ambientais, mas integrá-las a uma estrutura que orienta as decisões espaciais com mais clareza, mais liberdade de especificação e mais espaço para a criação sem depender de padrões estéticos preestabelecidos.
Não é um catálogo de espécies. Não é um manual de estilos. Paisagismo Espaçoceptivo propõe uma maneira diferente de compreender o projeto paisagístico — deslocando o foco dos elementos para as relações, da composição para a experiência e da matéria para o espaço vivido.
| ISBN | 9786502166994 |
| Número de páginas | 304 |
| Edição | 2 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Couche 90g |
| Idioma | Português |
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