Não somente insere este livro a nosso país como inaugura o interesse lusógrafo sobre o debate erudito das nações cultas acerca do PROTRÉPTICO, o mais célebre texto fragmentário, há muito dado por desaparecido, do grande filósofo Aristóteles, um dos mestres supremos do Ocidente. Questão principiada entre classicistas germânicos há mais de cento e cinquenta anos, não fora até o presente contemplada por nenhum de nossos doutores ou alumiada por qualquer de nossos editores. O mesmo pode ser dito tanto em relação a negligência de estudos críticos sobre os fatos da vida de seu autor – bem conhecidos, todavia, pelo mundo anglo-germanófono – quanto sobre a ausência da personagem capital de Hérmias dentre estes, o que de imediato conduz à hodierna ignorância referente ao seu Hino à Virtude. Por qual razão tal estado da arte se conservou não podemos perscrutar – mas podemos, inobstante, alterá-lo, e o ônus da prova é o trabalho que ora pomos à lume.
Em “Vida Filosófica de Aristóteles” apresentamos uma novela que oferece o retrato dos últimos dias da Atenas clássica e a vida e feitos de Aristóteles através de seus próprios olhos. Em “Protréptico” acompanhamos seu convite à vida filosófica e prática do exercício da sabedoria com suplementos histórico-filosóficos. E em “Hino à Virtude” dispomos um ensaio histórico sobre o papel diplomático de Aristóteles nas relações políticas de seu tempo e sua homenagem pessoal ao amigo íntimo Hérmias.
| Número de páginas | 156 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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