Um encontro que jamais terminou.
Entre delírio e lucidez, corpo e pensamento, o amor se torna espelho. Mas nem todo reencontro acontece fora.
Atormentada pela dúvida sobre o que sentiu, Astraea decide se internar voluntariamente em uma clínica psiquiátrica, acreditando que compreender a própria mente talvez seja a única forma de sobreviver ao que não passou. O que ela não sabe é que, ali dentro, lembrar pode ser mais perigoso do que esquecer.
Entre memórias fragmentadas, silêncios e ausências, Quem é Helen? mergulha no território onde o desejo e o medo se confundem — onde verdades não são negadas, apenas reorganizadas; onde discursos perfeitos conduzem a dúvida; onde o amor começa a ser chamado de delírio.
À medida que Astraea tenta distinguir o que foi vivido do que lhe dizem ter imaginado, surgem fissuras: relações ocultas, interesses que ultrapassam o cuidado clínico, forças políticas que operam longe dos olhos de quem sofre — e uma pergunta que se torna impossível de calar: quem decide o que é sanidade quando o poder escolhe a narrativa?
É uma história sobre o reflexo que permanece, sobre reconhecer-se no olhar do outro —
mesmo quando esse olhar é negado, apagado ou manipulado.
Um romance psicológico sobre amor, memória e controle, onde o maior mistério não é quem Helen é — mas o que tentaram fazer desaparecer em nome da normalidade.
| Número de páginas | 293 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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