Vivemos em um mundo em que a maioria das pessoas está preocupada com o cotidiano, em como ganhar dinheiro para pagar os compromissos assumidos. Muitas vezes, passam despercebidas, oferecendo apenas um “bom dia” por educação, porque cruzaram com você na rua. A falta de consideração e de apreço pelo semelhante torna-se cada dia mais evidente. Os tempos mudam e as pessoas também: algumas tornam-se mais sociáveis, outras intragáveis. No entanto, no mundo precisamos conviver com todo tipo de gente, não é mesmo?
Minha infância, apesar de ter nascido em uma família humilde, mas trabalhadora e honesta, foi marcada por uma forte ligação afetiva entre familiares (irmãos, primos, tias, cunhados etc.)Os vizinhos faziam questão de bater à porta com um pratinho nas mãos, oferecendo doces ou salgados que haviam preparado. Podia-se olhar francamente nos seus olhos e perceber a alegria de realizar aquele ato, sem querer nada em troca.
Nos dias atuais, muitas vezes você nem sabe o nome do vizinho ao lado, nem quantas pessoas moram na casa ou no apartamento. Só percebe que alguém está doente ou faleceu quando vê a presença de uma ambulância ou de uma viatura policial. O amor ao próximo esfriou ou, por que não dizer, congelou.
Mas o que está acontecendo em nossos dias? Será a falta de educação familiar, a ausência dos pais na formação dos filhos, a ausência de uma religião que ensine doutrinas evangélicas, ou a culpa da mídia televisiva e escrita, que tem afastado as pessoas ao mostrar um mundo.
| Número de páginas | 147 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 90g |
| Idioma | Português |
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