Vale do Paraíba, Taubaté.
O café é ouro, o Barão é lei, e a Fazenda Santa
Clara é o mundo inteiro.
Isabela volta do Rio de Janeiro após o falecimento
de sua mãe, uma menina da cidade perdida entre
cafezais infinitos, vestidos de seda e regras que não
entende.
Bárbara nasceu ali, filha do capataz, livre como os
cavalos, dona das trilhas e do cheiro da terra
molhada. Elas não deveriam nem se olhar. Uma é a
neta do Barão. A outra, a filha do capataz. Mas numa
noite de Festa da Colheita, entre a fogueira e o
terreiro de café, seus caminhos se cruzam. E no meio
do cafezal, onde ninguém vê, nasce um amor que não
tem nome naquela época - só tem medo, desejo e a
promessa de um futuro que o Brasil ainda não
permite. Quando o Barão anuncia o casamento
arranjado de Isabela com o herdeiro da fazenda de
Ribeirão Preto, as duas precisam decidir: fugir para
uma terra onde possam se amar, ou aceitar que em
terra de Barão, alguns amores nascem para serem
frios, enterrados como semente que nunca brota. Um
romance saudosista, sensual e proibido, sobre o
Brasil dos Barões do Café e sobre duas mulheres que
ousaram amar quando amar era desobedecer.
| Número de páginas | 233 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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