Existem livros que informam e livros que transformam. E existem, mais raramente, livros que recordam — que despertam no leitor a memória de verdades que a Alma sempre soube mas que a mente de vigília esqueceu. Este é um livro da terceira espécie.
A Cosmogénese — primeiro volume de um tratado esotérico de fôlego, herdeiro directo da linhagem de Blavatsky, Bailey e Helena Roerich — convida o leitor a penetrar na arquitectura viva do Real com uma profundidade e uma precisão que as condições do nosso tempo tornaram, pela primeira vez, possíveis. Não se trata de uma repetição do que já foi dito, nem de uma especulação filosófica sem raízes: trata-se de uma revelação articulada com rigor e com reverência, onde cada conceito emerge como um elo necessário numa corrente de compreensão que liga o infinitamente vasto ao infinitamente íntimo.
O cosmos que estas páginas desvelam não é o universo morto e mecânico do materialismo contemporâneo. É uma catedral dupla — uma arquitectura de duas naves que se interpenetram sem se confundirem: o Universo Vertical, que se ergue como uma estrutura permanente de vinte e um planos de consciência, do mais denso ao mais luminoso; e o Universo Horizontal, onde a vida pulsa através do tempo em ciclos de uma grandiosidade que excede toda a imaginação comum — Rondas, Raças-Raiz, Manvantaras e Pralayas que constituem a respiração rítmica do próprio Logos.
| Número de páginas | 570 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 90g |
| Idioma | Português |
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