A história por trás de Trindade Fragmentada
Este livro não nasceu de uma ideia. Nasceu de um incômodo.
Antes de virar texto, Trindade Fragmentada era um conflito silencioso. Vozes internas disputando controle, decisões tomadas contra si mesmo, desejos sabotados pela culpa e uma consciência que não trazia paz, apenas vigilância. A pergunta não era quem sou eu, mas quem decide em mim.
A psicanálise ofereceu nomes. A filosofia ofereceu abismos. Nenhuma delas, sozinha, dava conta da experiência real de viver dividido.
Foi nesse ponto que o livro escolheu a metáfora. Id, Ego e Superego deixam de ser apenas conceitos e passam a existir como forças ativas. Não apenas habitam o sujeito, mas moldam sua percepção de Deus, do mal, da culpa, do desejo e da identidade.
Trindade Fragmentada não foi escrito para confortar. Foi escrito para tornar visível aquilo que normalmente opera no escuro.
Ao expor o conflito psíquico como narrativa, o livro revela o que muitos sentem, mas não conseguem nomear. A sensação de ser governado por algo interno que não pede permissão. Deus e Lúcifer surgem não como dogmas religiosos, mas como símbolos extremos da consciência e do impulso.
Este não é um livro de respostas. É um livro de confrontos. Ler Trindade Fragmentada é aceitar entrar nesse território sabendo que sair igual não é uma opção.
| ISBN | 978-65-01-74755-2 |
| Número de páginas | 100 |
| Edição | 1 (2026) |
| Idioma | Português |
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