Mariama não chega à AMI em busca de abrigo, redenção ou recomeço. Ela chega depois.
Depois da dor mais aguda.
Depois da espera.
Depois da esperança que se esgota sem fazer barulho.
Neste romance delicado e profundamente humano, acompanhamos uma mulher que aprende a viver não a partir da superação, mas da continuidade. Na AMI — um espaço de passagem habitado por mulheres marcadas por perdas, deslocamentos e silêncios — Mariama encontra algo raro: a possibilidade de permanecer sem ser interrogada.
A narrativa não se organiza em grandes acontecimentos. Ela se constrói nos gestos mínimos, nos silêncios respeitados, no corpo que continua mesmo quando tudo o que podia quebrar já quebrou. Aqui, o passado não pede explicação e o futuro não oferece promessas. O que existe é o presente possível.
Vozes da AMI – Mariama é uma obra sobre o que resta depois que as palavras falham. Um livro que não explica, não denuncia e não consola — apenas escuta.
Não é uma história de superação.
É uma história de permanência.
Para leitores que acreditam que, às vezes, continuar já é um ato de coragem.
| Número de páginas | 35 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Colorido |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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