Yorùbá Para Candomblecistas
Código do livro: 361105
Categorias
Idiomas Africanos, Religião, Dicionários E Manuais De Conversação, Cursos E Idiomas
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Sinopse

Esta obra destina-se as pessoas do Candomblé Ketu, de outras Nações e simpatizantes da religião.

O intuito da mesma é minimizar as palavras utilizadas erradamente e distorcidas no dia a dia de uma Roça de Candomblé, os nomes corretos das Divindades e suas saudações, palavras e frases úteis, bem como o seu correto significado, tradução e como se pronuncia.

Características
ISBN 978-65-000-8971-4
Número de páginas 65
Edição 1 (2021)
Formato A5 (148x210)
Acabamento Brochura c/ orelha
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Offset 75g

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Arnaldo Rodrigues Neto

Arnaldo Rodrigues Neto (Mukanza Màgbá Ayrà), casado, nascido no mês de janeiro de 1965 no Município de São Paulo - SP. Filho de Ayrà e militar R/1 do Exército Brasileiro.

Respeita todas as religiões e quando convidado não deixa de participar de eventos das mesmas. Teve como sua primeira religião o Catolicismo, porém nunca foi praticante da mesma, apenas batizado.

Começou a frequentar a Umbanda aos 4 anos de idade, onde permaneceu por 44 anos.

No ano de 1998 esteve pela primeira vez em Salvador - BA para consultas com uma senhora que praticava um misto de Candomblé, Umbanda e Kardecismo.

No ano de 2011 foi convidado a se retirar do terreiro de Umbanda que frequentava por relatar fatos que o incomodavam a respeito de atitudes não condizentes com alguns médiuns e Entidades que frequentavam aquele terreiro.

Sentiu então que os Orixás estava lhe apontando um caminho.

Passou então a visitar Casas de Candomblé no estado de São Paulo e realizando viagens frequentes ao estado da Bahia, para conhecer o Candomblé no seu berço, visitando várias cidades e Roças de diversas Nações para tomar ciência do seu destino religioso e para um melhor conhecimento do idioma Yorùbá.

Teve a grata oportunidade de presenciar a igualdade nos cultos, conhecimentos e jogos divinatórios nos Candomblés da Bahia, desde a casa mais humilde até a mais famosa.

Fez várias consultas a diversos Bàbálorixás e Ìyálorixas para confirmar o seu Orixá, principalmente na Bahia, e o resultado era sempre o mesmo.

Esteve a poucos dias de ser iniciado na casa da Ìyálorixá Ambrosina, em Catu - BA, uma casa muito antiga, talvez uma das casas mais antigas de Candomblé do Brasil, porém mais uma vez os Orixás mostraram que lá não era o seu destino.

Em abril de 2013 entrou definitivamente para o Candomblé, na Ilê Axé Alá Deí, em Mata de São João - BA, que tem como Zeladores o Bàbálorixà Daniel de Oxalufãn e o Bàbálaxé Paulo de Ayrà, este primeiro o seu pai. Foi suspenso por Óxóssi no mesmo ano e confirmado em fevereiro de 2014, onde recebeu o cargo de Odjú Óba, após 1 ano de iniciação de sua esposa na mesma casa pelo Babálaxé Paulo de Ayrà, onde são completamente felizes e realizados na religião.

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