Yorùbá Básico
Guia de Referência Rápida de Yorùbá e Candomblé
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Sinopse

O idioma Yorùbá é cativante e apaixonante.

É um idioma de difícil compreensão e domínio, fato esse que explica o desencontro de pronúncia, escrita e tradução por parte dos que o utilizam, principalmente na religião, no Candomblé.

O desafio de estudar o idioma e colocá-lo em um livro foi aceito pela esperança de um dia poder ver os mais novos falarem e entenderem com uma maior igualdade e sem erros, muitas vezes absurdos e até mesmo insultantes para os Orixás.

Tive a infelicidade de presenciar pessoas ensinando erradamente as palavras do idioma. Não quero em hipótese alguma ser o dono da verdade e nem tão pouco ofender alguém, principalmente porque pouco sei e tenho muito o que aprender, mas gostaria que a humildade e sabedoria prevalecesse e que as mesmas procurassem se informar e estudar um pouco mais antes de ensinar.

"Grande falha comete aquele que fala mas não sabe o que está dizendo!"

Características
Número de páginas 72
Edição 1 (2013)
Formato A5 (148x210)
Acabamento Brochura c/ orelha
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Couche 90g
Fale com o autor
Arnaldo Rodrigues Neto

Arnaldo Rodrigues Neto (Mukanza Màgbá Ayrà), casado há 29 anos, nascido no mês de janeiro de 1965 no Município de São Paulo - SP. Filho de Ayrà e militar R/1 do Exército Brasileiro.

Respeita todas as religiões e quando convidado não deixa de participar de eventos das mesmas. Teve como sua primeira religião o Catolicismo, porém nunca foi praticante da mesma, apenas batizado.

Começou a frequentar a Umbanda dos 4 até os 44 anos de idade.

No ano de 1998 esteve pela primeira vez em Salvador - BA para consultas com uma senhora que praticava um misto de Candomblé, Umbanda e Kardecismo.

No ano de 2011 foi convidado a se retirar do terreiro de Umbanda que frequentava por relatar fatos que o incomodavam a respeito de atitudes não condizentes com alguns médiuns e Entidades que frequentavam aquele terreiro.

Sentiu então que Orixá estava lhe apontando um caminho.

Passou então a visitar Casas de Candomblé no estado de São Paulo e realizando viagens frequentes ao estado da Bahia também para conhecer o Candomblé no seu berço, visitando várias cidades e Roças de diversas Nações, também para um melhor conhecimento do idioma Yorùbá e tomar ciência do seu destino religioso.

Teve a grata oportunidade de presenciar a igualdade nos cultos, conhecimentos e jogos divinatórios nos Candomblés da Bahia, desde a casa mais humilde até a mais famosa.

Fez várias consultas a diversos Bàbálorixás e Ìyálorixas para confirmar o seu Orixá, principalmente na Bahia, e o resultado era sempre o mesmo.

Esteve a poucos dias de ser iniciado na casa da Ìyálorixá Ambrosina, em Catu - BA, uma casa muito antiga, talvez uma das casas mais antigas de Candomblé do Brasil, porém mais uma vez os Orixás mostraram que lá não era o seu destino.

Em abril de 2013 entrou definitivamente para o Candomblé, na Ilê Axé Alá Deí, em Mata de São João - BA, que tem como Zeladores o Bàbálorixà Daniel de Oxalufãn e o Bàbálaxé Paulo de Ayrà, este primeiro o seu pai. Foi suspenso por Óxóssi no mesmo ano e confirmado em fevereiro de 2014, onde recebeu o cargo de Odjú Óba, após 1 ano de iniciação de sua esposa na mesma casa pelo Babálaxé Paulo de Ayrà, onde são completamente felizes e realizados na religião.

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