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Eu sou Caio Fernando Nicolette. Nasci em Jaú, interior de São Paulo. Escrevo desde os 8 anos de idade, meu gênero é romance. Minhas histórias costumam misturar experiências pessoais com enredos fantasiosos. Mas todas tem um mesmo alicerce, uma mesma origem: Dor. Algumas vezes ao me machucar, costumavam perguntar como estava a dor. Afinal, dormência seria pior. Inevitavelmente, eu acabava relacionando e de certa forma medindo, feridas corpóreas com feridas espirituais. Tudo bem que, dependendo de quem você é, explodir de felicidade ou desmoronar de tristeza é indiferente, equiparável ao voo de um inseto.
Ainda assim, vagando dentro dos quartos que eu abrigo entre uma angústia e uma alegria, eu costumava inspecionar de forma clínica certas mágoas, como se elas fossem físicas: como está a dor? Ainda dói? Nestes casos, será que dormência seria realmente pior, no sentido de conseguir esquecer? Meu problema com este tipo de ferida invisível é que ela não é palpável; Não se trata do que causaram a mim, mas do que sou sentenciado a responder de volta, enquanto a dormência não chega. Logo, eu estive ou estou respondendo de volta, na forma de histórias.
Através do Clube de Autores, as pessoas poderão conhecer um pouquinho do meu trabalho literário; Algumas histórias seguem em desenvolvimento, e só serão publicadas quando estiverem 100% finalizadas, o que significa também revisar página por página - Muitas vezes identifico que escrevi algo que não era exatamente o que gostaria de passar.