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João Almir Mendes de Sousa é piauiense, nascido em Marcos Parente, no dia 23 de junho. É produtor cultural, cordelista, xilogravador e pesquisador. Ocupa a cadeira nº 10 da Academia Literária do Clube da Poesia Nordestina cujo Patrono é o Poeta Firmino Teixeira do Amaral (1896-1926). Atuou também como secretário e diretor de Cultura em Luziânia (GO),
Formado em Pedagogia pela Universidade Estadual de Goiás, é especializado em Educação e Patrimônio Cultural e Artístico, pela Universidade de Brasília (UnB), tem o Curso de Capacitação em Literatura Cearense, e cursa Bacharelado em Museologia.
Fundador do Ponto de Cultura Tríade, e do CTN – Centro de Tradições Nordestinas, também é membro da comissão Goiana de Folclore.
Autor de dois livros Tinguis Di Repente 50 - O estradar de um nordestino e Por Uma Cultura Desenvolvida, além 15 cordéis destacam-se: Dona Chica e o Pé de Pequi, Brasília 60 Anos, Calango e o Sol, O Piauí de Belo Sol e Ladeiras e Cordeliando composto por seis títulos.
Já recebeu o Prêmio Nacional como Mestre da Cultura Popular – Selma do Coco (Ministério da Cultura) e Prêmio Cultura Viva (FAC-DF). Em 2018.
É o idealizador do Projeto Cordeliando Pela Literatura de Cordel criado em 2016, que é um projeto certificado pela Cátedra Unesco PUC-Rio, como uma das mil iniciativas de promoção de leitura e formação no país (2020/2021). A ação tem como principal objetivo difundir e fomentar a cultura popular nordestina.