A gênese de "A Dualidade da Adaptação" não ocorreu em um escritório confortável, mas no epicentro de um conflito pessoal entre o biológico e o digital. Enquanto Lilton Magalhães projetava arquiteturas de software infalíveis, seu próprio sistema biológico enfrentava um colapso. Foi no silêncio das dores crônicas severas e na batalha contra a dependência de fármacos que a "frequência" do mundo mudou. Ao desconectar-se dos opioides e das redes, ele percebeu que a humanidade estava vivendo um script repetitivo: o mesmo código de controle que sufocou civilizações em 536 d.C. estava sendo reescrito pela IA sob a forma de algoritmos e inflamação sistêmica. A obra é o log de erro de uma civilização que esqueceu como resetar a si mesma.
| Número de páginas | 60 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Colorido |
| Tipo de papel | Offset 90g |
| Idioma | Português |
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