Em uma fazenda marcada pelo poder da Casa Grande e pela brutalidade do pelourinho, nasce uma história de dor, resistência e liberdade.
Zeca, jovem negro escravizado, carrega no corpo as marcas do cativeiro, mas guarda na alma aquilo que o açoite não consegue destruir: o desejo de ser livre. Ao seu redor, mulheres e homens também feridos pela violência do sistema aprendem a resistir em silêncio, em gesto, em memória. Entre eles está Esperança, filha da violência e da terra, personagem que transforma sofrimento em força e faz do amor uma forma de luta.
Quando a crueldade do coronel Jacinto tenta reafirmar seu domínio pelo medo, algo começa a ruir. A chegada de vozes abolicionistas, a força simbólica dos que se recusam a esquecer e o nascimento de um quilombo fazem surgir um novo caminho em meio às cinzas de um Brasil escravocrata.
Com linguagem poética, imagens de grande força simbólica e profunda consciência histórica, A Casa Grande e o Pelourinho é um romance sobre o que o Brasil foi — e sobre aquilo que, de muitas formas, ainda permanece. Mais do que reconstituir um tempo, Jorge Menezes escreve uma narrativa de denúncia, memória e renascimento, em que a liberdade não aparece como concessão, mas como conquista arrancada da dor, da coragem e da permanência.
| ISBN | 9786502057995 |
| Número de páginas | 102 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 75g |
| Idioma | Português |
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