Vivemos em uma época em que nunca estivemos tão conectados e, ao mesmo tempo, tão distantes. A inteligência artificial chegou para transformar a maneira como buscamos informação, trabalhamos, aprendemos e nos comunicamos, mas uma pergunta precisa ser feita: o que acontece quando começamos a transferir para uma máquina necessidades que sempre pertenceram às relações humanas?
A Emoção Artificial mergulha em uma das questões mais urgentes do nosso tempo: a crescente aproximação emocional entre seres humanos e inteligência artificial. O livro investiga o vazio, a solidão, a necessidade de acolhimento, a busca por aprovação, a dependência, a intimidade artificial e o risco de transformar uma ferramenta em substituta daquilo que somente a experiência humana pode oferecer.
Sem demonizar a tecnologia e sem tratá-la como inimiga, esta obra propõe uma reflexão mais profunda: não se trata de perguntar apenas o que a inteligência artificial pode fazer por nós, mas o que podemos estar deixando de fazer por nós mesmos quando permitimos que ela ocupe espaços que deveriam continuar sendo humanos.
Ao longo da obra, você será conduzido por uma reflexão sobre identidade, consciência, relacionamentos, vulnerabilidade, presença e responsabilidade, aprendendo a reconhecer quando a tecnologia está ampliando sua capacidade de viver e quando começa, silenciosamente, a ocupar o lugar da própria vida.
Uma obra para quem deseja compreender o futuro sem perder aquilo que nos torna humanos.
| Número de páginas | 613 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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