A educação brasileira não está doente, ela é uma farsa bem administrada. Enquanto os gabinetes políticos comemoram metas em planilhas virtuais, os índices globais escancaram o nosso fracasso estrutural. Mas qual é a realidade nua e crua que acontece todos os dias quando o sinal toca e a porta da sala de aula se fecha?
Em "A Escola de Papel", o autor abandona o distanciamento polido dos teóricos de gabinete para entregar um relato visceral escrito diretamente das trincheiras do ensino público. Sem meias palavras, a obra arranca as máscaras do sistema e revela como o romantismo pedagógico, a pesada burocracia estatal e a omissão das famílias se uniram para criar uma engrenagem letal.
Você entenderá como o Brasil trocou o ensino direto, a disciplina e o mérito por projetos de vitrine e aprovações compulsórias. O livro desnuda uma maquiagem estatística desenhada puramente para fingir que a escola ensina e o aluno aprende, enquanto uma geração inteira é condenada à ignorância e à apatia.
Mais do que uma denúncia corajosa, esta obra é um chamado urgente à resistência moral e intelectual. Um convite irrecusável para abandonarmos as utopias que destruíram as nossas escolas e assumirmos a coragem de reconstruir a educação tijolo por tijolo, resgatando a instrução clássica, a autoridade e a soberania da verdade. O chão de giz exige coragem!
| Número de páginas | 65 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 75g |
| Idioma | Português |
Tem algo a reclamar sobre este livro? Envie um email para atendimento@clubedeautores.com.br
Faça o login deixe o seu comentário sobre o livro.