Sónia Vicente nasceu em Abrantes e cresceu em Ponte de Sor, cidade onde vive e trabalha atualmente. Assistente operacional numa escola secundária, concilia a sua atividade profissional com um percurso académico marcado pela vontade permanente de aprender, evoluir e compreender melhor as pessoas e a sociedade.
Licenciada em Marketing e em Ciências Sociais, com formação nas áreas da Ciência Política e da Administração, prossegue atualmente os seus estudos em Gestão e em Administração e Políticas Públicas, num percurso multidisciplinar que cruza comunicação, sociedade, gestão e intervenção pública.
Mas é nas artes e, particularmente, na escrita que encontra uma das suas formas mais genuínas de expressão. Apaixonada por teatro, música e literatura, integrou projetos teatrais e descobriu, desde cedo, na palavra escrita um espaço de liberdade, reflexão e encontro consigo própria e com os outros.
A sua escrita atravessa diferentes géneros, da poesia ao romance e à literatura infantil, procurando sempre partir das emoções, das relações humanas e das pequenas histórias que tantas vezes passam despercebidas no quotidiano. Amor, amizade, perda, esperança, saúde mental, educação, identidade, superação e a capacidade de recomeçar são alguns dos temas que habitam o seu universo literário.
Autora de vários livros publicados, entre os quais A Floresta do Coração Quente, Depois do Vento e A Chave da Luz Interior, continua a desenvolver novos projetos literários, explorando diferentes formas de contar histórias e de chegar a leitores de várias idades.
Na sua escrita existe uma preocupação constante com a humanidade do outro: com aquilo que sentimos, escondemos, perdemos, procuramos e, tantas vezes, não conseguimos dizer em voz alta. Mais do que escrever histórias, Sónia procura criar lugares onde o leitor possa reconhecer uma emoção, encontrar uma memória ou simplesmente sentir que, por alguns instantes, aquelas palavras também lhe pertencem.
Sónia Vicente acredita que cada palavra pode ser semente — de mudança, de cura, de esperança e de comunhão. É com essa convicção que continua a escrever e a partilhar os seus versos e histórias, acreditando que a literatura, mesmo quando nasce de uma experiência individual, pode transformar-se num lugar de encontro entre muitas vidas.
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