Em um mundo cada vez mais barulhento, onde a conexão constante se confunde com aceitação e o excesso de luzes ofusca a profundidade das sombras, a solidão emerge não como uma ausência, mas como um território a ser desbravado.
A Fortaleza da Solidão não é apenas um título; é um paradoxo, uma metáfora que expõe a fragilidade e a resiliência da condição humana. Como uma construção imponente erguida em meio a um deserto de silêncios, esta fortaleza não é feita de pedras e cimento, mas de memórias, dúvidas e da coragem de enfrentar o que habita no centro de nós mesmos.
Há alguns anos descobri minha própria Fortaleza da Solidão. Um lugar chuvoso, em meio a montanhas frias, longe de toda comodidade que possuía, mas que me trouxe uma mudança de vida.
Este livro não busca romantizar o isolamento, nem condená-lo. Em vez disso, convida o leitor a atravessar seus corredores e refletir, onde cada capítulo é uma chave para salas secretas: as dores não nomeadas, as vitórias íntimas, os medos que sussurram nas entrelinhas da alma. Aqui, a solidão não é um destino, mas uma jornada. É o lugar onde confrontamos os ecos de nossas próprias vozes e descobrimos que, mesmo no silêncio mais absoluto, há vida pulsante.
| Número de páginas | 133 |
| Edição | 1 (2025) |
| Formato | Quadrado (200x200) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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