"Quem, portanto, não ama a solidão, também não ama a liberdade: apenas quando se está só é que se está livre (...) Porque cada um fugirá, suportará ou amará a solidão na proporção exata do valor da sua personalidade. Pois, na solidão, o indivíduo mesquinho sente toda a sua mesquinhez, o grande espírito, toda a sua grandeza; numa palavra: cada um sente o que é."
Em um mundo de muito barulho e conexão, mas de pouca introspecção, a solidão emerge como um território fértil para a reflexão do que somos e do porquê de estarmos aqui.
A Fortaleza da Solidão não é apenas um título; é um paradoxo, uma metáfora que expõe a fragilidade e a resiliência da condição humana. Como uma construção imponente erguida em meio ao deserto, esta fortaleza não é feita de pedras e cimento, mas de memórias, dúvidas e da coragem de enfrentar o que habita no centro de nós mesmos.
Este livro não busca romantizar o isolamento, nem condená-lo. Em vez disso, convida o leitor a atravessar seus corredores e refletir, onde cada capítulo é uma chave para salas secretas: as dores não nomeadas, as vitórias íntimas, os medos que sussurram nas entrelinhas da alma. Aqui, a solidão não é um destino, mas uma jornada. É o lugar onde confrontamos os ecos de nossas próprias vozes e descobrimos que, mesmo no silêncio mais absoluto, há vida pulsante.
Porque " E o que o ser humano mais aspira é tornar-se ser humano"
Do Autor.
| ISBN | 9786501973333 |
| Número de páginas | 133 |
| Edição | 1 (2025) |
| Formato | Quadrado (200x200) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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