Nunca um nascimento foi tão aguardado quanto o de Sansão — o libertador prometido, o reflexo imperfeito de um Salvador que viria com força e compaixão. Sansão viria com poder e mansidão. Sua vida foi luz e sombra, força e queda, espelho do dilema humano: o poder sem obediência destrói, e o dom que deveria salvar pode se perder.
Em uma terra fértil e abundante, Dã, a tribo de Sansão, foi chamada para guardar as fronteiras de Israel, ser discernimento e proteção. Mas onde deveria haver fidelidade, surgiu idolatria; onde havia força, nasceu a queda, levando a nossa batalha espiritual ao deserto, deserto da alma.
Séculos depois, a história se repete. Vivemos na era mais próspera da humanidade, mas também na mais cega. Cercados por tecnologia, poder e conhecimento, nos tornamos prisioneiros de novos ídolos: o ego, o prazer, o consumo e o orgulho. Como Dã, corremos o risco de perder o discernimento; como Sansão, de desperdiçar a força que recebemos do Espírito.
O mundo moderno nos dá todas as ferramentas, mas também novas tentações: idolatrias sofisticadas, pornografia, prostituição, ansiedade, carência, fome, opressão e escravidão de todas as formas. A terra já é nossa por direito divino, mas exige coragem, disciplina e fé para defendê-la e mantê-la. Não podemos viver vidas mortas, indiferentes ou conformadas.
Somos os Sansões desta geração. Podemos tropeçar, falhar ou nos perder, mas a força de Deus sempre pode ser restaurada em nós quando nos arrependemos e nos voltamos para Ele
| ISBN | 9786501869001 |
| Número de páginas | 216 |
| Edição | 1 (2025) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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