O leitor ou leitora testemunhará, capítulo a capítulo, uma harmonia coerente: como o mesmo homem que manejava o malhete da justiça nos tribunais profanos utilizava o malhete, o esquadro e o prumo para desbastar a pedra bruta de sua própria alma. Sob a égide de seu patrono espiritual na Ordem, o ilustre abolicionista e jurista Francisco Jê Acaiaba de Montezuma, José Pires compreendeu que a "Arte Real" exige que o conhecimento seja convertido em farol de ética. Sua escalada vertical e reta levou-o a alcançar o ápice da pirâmide maçônica, o Grau 33 — Soberano Grande Inspetor Geral —, convertendo-se em um autêntico guardião dos mistérios e das virtudes da Ordem.
Este livro é o reflexo da catedral invisível erguida no íntimo de José Pires da Cunha. Convidamos o leitor ou a leitora a cruzar estas colunas e testemunhar como a inteligência de um grande magistrado e a alma de um verdadeiro maçom uniram-se para deixar à posteridade um legado íntegro e luminoso.
No campo das letras e do simbolismo, José Pires ocupa espaços de distinção. É membro da Academia Campinense de Letras Maçônicas, onde ocupa a Cadeira n.º 33, sob o patronato de Francisco Jê Acayaba de Montezuma e membro correspondente da Loja de Pesquisa Quatuor Coronati, nº 333, GLESP, São Paulo. Em sua amada Indaiatuba, é imortal da Academia de Letras local, ocupando a Cadeira n.º 29, cujo patrono é João Tibiriçá Piratininga.
| Número de páginas | 128 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Couche 150g |
| Idioma | Português |
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