Baralho negro de uma Dama de Paus
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Poesia, Literatura Nacional, Jovens e Adolescentes
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Sinopse

Sobre a sensibilidade negra e a resistência transexual, trago à luz, o lado flor de todo ser negro que é silenciado e descreditado, quando o que esperam dele seja somente uma masculinidade viril ou a oferta da “mulata exportação”. Aqui homens negos choram por serem inferiorizados e mulheres negras se empoderam contra tudo que as fazem ser e se sentir como a carne mais barata do mercado. Ainda dentro desse universo, como mulher trans que sou, exponho e denuncio a existência e luta travesti além dos estereótipos e da falta de conhecimento que vem por conveniência e conforto. Invisibilizada, mas protagonista dos recordes de vítimas de assassinatos de todo o Brasil, esse paradoxo só não é mais hipócrita que a falsa verdade que é regurgitada às minorias, de que é todo mundo igual.

Decidi que traria essas vivências, perspectivas e realidades, baseados na segurança do meu lugar de fala em forma de poesia, porque há várias formas de reafirmar a existência e a resiliência negra e transexual. E eu escolhi ser versos próprios e não habitar estrofes já escritas.

Aqui, tem uma mulher negra e trans sendo inspirada por Elisa Lucinda, Adélia Prado, Eça de Queirós e Gonçalves Dias, porque não há cor de pele que limite o conhecimento, nem genital que minimize o meu sentir.

NO DESCARTE DO BARALHO, SOU A CARTA NEGRA DE UMA DAMA DE PAUS.

Características
Número de páginas 71
Edição 1 (2018)
Formato A5 (148x210)
Acabamento Brochura c/ orelha
Coloração Colorido
Tipo de papel Offset 90g
Fale com o autor
Kelvin Valentim

Mulher negra, transexual, invisibilizada e vitoriosa que, enganada sobre sua própria orientação sexual e perseguida por ser quem é, cantou à morte o seu preço, mas negou a proposta do leilão. Linda, plena e próspera, dedica sua vida na transformação de outras pessoas.

Bailarina, escritora e compositora unicamente pelo dom que aflorava, sua facilidade diante às artes lhe proporcionaram sucesso em diversas áreas. Senhora de si e guerreira pelas causas que militava cotidianamente, está sempre disposta a crescer e encantar o mundo simplesmente pelo o que é.

NO DESCARTE DO BARALHO, SOU A CARTA NEGRA DE UMA DAMA DE PAUS.

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