A memória da humanidade não foi destruída.
Foi fragmentada.
Parte dela foi enterrada sob cidades antigas. Parte foi queimada em bibliotecas. Parte foi
convertida em religião. Parte foi codificada em mitos. Parte foi ridicularizada como fantasia.
Parte foi sequestrada por estruturas de poder. Parte permaneceu viva no corpo dos povos
originários. Parte dormiu nas pedras, nos templos, nas pirâmides, nos cantos, nas estrelas,
nos sonhos e nas linhagens.
Este livro nasce de uma constatação simples e perigosa: “a história que a humanidade
recebeu é pequena demais para explicar a humanidade que somos.”
Pequena demais para explicar a repetição dos mitos de origem.
Pequena demais para explicar os deuses que descem do céu.
Pequena demais para explicar os ciclos de queda e reinício.
Pequena demais para explicar as arquiteturas impossíveis.
Pequena demais para explicar a memória de civilizações anteriores.
Pequena demais para explicar a obsessão das religiões com seres celestes.
Pequena demais para explicar a supressão de tecnologias que poderiam libertar a Terra.
Pequena demais para explicar a sensação profunda, presente em milhões de seres humanos,
de que nossa origem não cabe apenas na sequência linear ensinada pelas instituições.
Mas este livro não nasce para substituir uma prisão por outra.
Essa frase precisa ser dita logo no início.
O “Codex Terra” não é uma nova doutrina. Este livro é uma cartografia.
Um mapa de fragmentos.
| Número de páginas | 241 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A4 (210x297) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 75g |
| Idioma | Português |
Tem algo a reclamar sobre este livro? Envie um email para atendimento@clubedeautores.com.br
Faça o login deixe o seu comentário sobre o livro.