Desde os tempos mais remotos da humanidade, filósofos, místicos, sacerdotes e sábios de todas as
culturas sussurraram sobre um órgão invisível de percepção que transcende os cinco sentidos conhecidos.
Esse órgão não é feito de carne, nem pode ser tocado com as mãos ou visto com os olhos físicos. Ele
existe no domínio sutil da consciência, e os povos antigos o chamavam por muitos nomes: o olho divino, o
olho da sabedoria, o centro da luz interior.O despertar espiritual — e aquilo que as tradições chamam de abertura do terceiro olho — raramente
acontece como um raio de luz súbito que transforma tudo instantaneamente. Na maioria dos relatos de
praticantes e buscadores espirituais, esse processo é gradual, sutil e profundamente pessoal. Cada pessoa
o vivencia de uma maneira única, no ritmo que lhe é próprio.
| Número de páginas | 54 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A4 (210x297) |
| Acabamento | Espiral c/ acetato |
| Tipo de papel | Offset 90g |
| Idioma | Português |
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