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DAVI
REI DE ISRAEL
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Não Ficção, Religião, Teologia, Bíblia
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Sinopse

DAVI REI DE ISRAEL

CAPÍTULO – 1

Davi – Um chamado Divino

Relativo ao profeta Natã, ele é o primeiro profeta que se apresenta no livro. Ele, talvez servisse a Davi e a Salomão, de forma particular, como conselheiro do rei. (2 Samuel 7.2,3; 12.1-15; 1 Reis 1.8-30, 32-38, 45; 2 Crônicas 29.25)

As crônicas do profeta Natã, foi um passo a passo para o livro de Crônicas (1 Crônicas 29.29; 2Crônicas 9.29). Referente a casa de cedros significa a apresentação da prosperidade de Davi, na verdade, à época, o cedro era muito caro, para alguém fazer seu uso em qualquer lar.

Quando o profeta faz referência à jornada de Deus da improvisada tenda da congregação (Êxodo 33.7) para o tabernáculo de Moisés (Êxodo 40.34-38) e, depois, para aquele erguido por Davi no monte de Sião. (1 Crônicas 16.1)

Além de ter “vivido” em locais modestos, Deus também “viveu” como um nômade, visto que a casa de adoração se mudava de um lugar para o outro. À época dos juízes, o tabernáculo ficou em Siló (Josué 18.1) e, depois, possivelmente, em Nobe (1 Samuel 21.1). Antes disso, ele peregrinou com Israel pelo deserto do Sinai antes de ir para Gilgal (Josué 4.19; 5.10). Na ocasião, permaneceu em Gibeão por um tempo.

Por outro lado, comumente no Antigo Oriente Médio, como também no Antigo Testamento, os reis eram com frequência, comparados aos pastores (Isaías 44.28; Zacarias 10.3; 11.4-17). Davi, de forma idêntica, também, pastoreou ovelhas antes de ser chamado para pastorear Israel, o qual se denominou de o rebanho de Deus.

“Sucedeu, pois, que, morando Davi já em sua casa, disse ao profeta Natã: Eis que moro em casa de cedro, mas a arca da aliança do SENHOR está debaixo de cortinas. Então Natã disse a Davi: Tudo quanto tens no teu coração faze, porque Deus é contigo. Mas sucedeu, na mesma noite, que a palavra de Deus veio a Natã, dizendo: Vai, e dize a Davi meu servo: Assim diz o Senhor: Tu não me edificarás uma casa para eu morar; Porque em casa nenhuma morei, desde o dia em que fiz subir a Israel até ao dia de hoje; mas fui de tenda em tenda, e de tabernáculo em tabernáculo. Por todas as partes por onde andei com todo o Israel, porventura falei alguma palavra a algum dos juízes de Israel, a quem ordenei que apascentasse o meu povo, dizendo: Por que não me edificais uma casa de cedro? Agora, pois, assim dirás a meu servo Davi: Assim diz o Senhor dos Exércitos: Eu te tirei do curral, de detrás das ovelhas, para que fosses chefe do meu povo Israel”. (1 Crônicas 17.1-7)

Como principal característica de um autêntico homem segundo o coração de Deus é qualidade de saber está pronto para servir. Acreditamos que Deus não chama para Sua obra nenhum preguiçoso ou acomodado ao ócio dessa vida. Através da Palavra de Deus é fácil perceber que muitos daqueles que foram chamados estavam a serviço de alguma coisa, quando o Senhor os chamou.

Neste caso, podemos citar Moisés, o qual também, quando chamado estava apascentando o rebanho de Jetro, seu sogro (Êxodo 3.1). Da mesma forma, citamos Gideão que estava malhando o trigo no lagar, quando o anjo lhe apareceu (Juízes 6.11-12). Nos mais diversos exemplos, podemos ver que, quanto aos que foram chamados estavam a serviço de algo. Por outro lado, a notoriedade foi para um jovem ruivo, destemido, ousado e o mais adolescente da sua família que se destacou pelo seu serviço. Seu nome era Davi, filho de Jessé, o belemita, jovem de boa aparência, sisudo em palavras, homem valente de guerra e adorador de Deus. (1 Samuel 16.12;18)

Podemos observar a obra desse serviço, quando foi Davi chamado por Saul. Revela ainda a Palavra de Deus que o pedido do rei Saul a Jessé, pai de Davi, foi esse: “Envia-me Davi, teu filho, o que está com as ovelhas”. (1 Samuel 16.19)

Aliás, como na sua primeira aparição, Davi, nas Escrituras já era citado pelo seu serviço, ou seja, como pastor de ovelhas. O fato de “estar com as ovelhas” também foi a principal característica de Davi, quando foi chamado, e ungido pelo profeta Samuel.

Também diz a Palavra de Deus que ao passar seus sete filhos, diante de Samuel, Jessé foi questionado pelo profeta Samuel se acabaram todos os seus filhos. Porém, a resposta de Jessé foi: “Ainda falta o mais moço que está apascentando as ovelhas”. (1 Samuel 16.11)

A Bíblia, ainda faz o registro de que Davi ia a Saul e voltava para apascentar as ovelhas de seu pai, em Belém. (1 Samuel 17.15)

– Que tremando relação!

– Que chamado divinal!

– Que exemplo de serviço!

Não há dúvida, pois, uma grande e importante característica para alguém servir a Deus é sua responsabilidade. Embora sendo jovem, Davi tinha uma responsabilidade a cumprir com a sua casa. Davi não era responsável apenas pelo cuidar das ovelhas, mas também pelo sustento de toda a sua casa, até porque, essas ovelhas representava a fonte de sustento da época, para muitas famílias.

Hoje, muitos são os que desejam e querem servir a Deus, mas não têm responsabilidade nenhuma nas coisas mínimas. Disse Jesus em certa parábola:

“Quem é fiel no pouco também é fiel no muito; e quem é injusto no pouco, também é injusto no muito” (Lucas 16.10).

Aquele servo que fiel no pouco sobre “muito” Deus o colocará (Mateus 25.23). E assim foi o que aconteceu com o Servo Davi.

Outra importante característica de Davi é que ele era diligente, ou seja, uma jovem pessoa esforçada, o qual se empenhava, diante do seu trabalho.

Observamos ainda que Davi não largava seu serviço por qualquer coisa, aliás, por nada. Davi mantinha um fiel zelo, pelo seu trabalho, cuidando da sua responsabilidade com uma extraordinária dedicação.

Podemos até imaginar o teatro de operações, onde, o jovem Davi, no meio das ovelhas, cuidava de cada uma das malhadas, para que nenhuma fosse extraviada, roubada ou machucada.

Mas diz a Palavra de Deus, que Davi ao ser indagado como inapto, pelo próprio rei Saul, Davi se justificou dizendo: “Teu servo apascentava as ovelhas, de seu pai, quando veio um leão e um urso e tomou um cordeiro do rebanho, eu saí após ele e o feri, e livrei o cordeiro de sua boca; levantando-se ele contra mim, agarrei-o pela barba, e o feri, e o matei”. (1 Samuel 17.34-35)

Muitos desejam serem “pastores” de vidas, mas não tem cuidado daquilo que lhe foi colocado nas mãos, como responsabilidade para hoje cuidar e zelar, com a própria vida. Muitos homens foram posicionados por Deus para cuidar, proteger e alimentar um rebanho. Por outro lado, nem todos são aqueles que o fazem com de todo o coração.

Hoje temos muitas ovelhas dispersas: Qual é a resposta?

A resposta está no fato de haver alguns pastores que apascentam a si mesmos, portanto, esses, não cuidam das ovelhas, pelo que ainda não tiram os “parasitas”, nem aparam a “lã”, quando necessário, e o mais grave é que estão sendo alimentadas com capim e palha seca.

Dessa forma, relativo aos pastores que se encontram a quilômetros de distância das ovelhas, sendo esse o motivo pelo qual elas não ouvem a voz de seus pastores. De fato, esses são pastores que não aprenderam a usar o cajado para resgatar, mas para lança-las em direção ao precipício. Na verdade, são ainda pastores que não estão nem aí, isto é, eles não se importam com a vida das ovelhas.

Por outro lado, Davi personificava a figura de Cristo, ou seja, o bom pastor, que dá a sua vida pelas ovelhas, deveu, portanto, aprender o que significa “dar a vida” pelos outros, servindo em abnegação e em amor fraternal uns para com os outros. Por fim, uma das principais características do serviço de Davi, junto ao pastoreio é que ele pastoreava por detrás das malhadas. Davi ficava por detrás das ovelhas e não à frente delas.

Detrás das malhadas “Virtude de Humildade”: A humildade das características práticas de um verdadeiro líder. O pastor jamais deve aparecer apenas porque é líder. Por outro lado, por se tratar de um líder ele deve ter a presença de pastor. Assim, acima de qualquer encargo “cargo” o pastor deve ser antes de qualquer frente de serviço, um servo de Deus. Hoje, há uma grande variedade de “pastores de púlpito” os quais, de fato, ficam apenas na frente, mas não conseguem, de direito, enxergar as ovelhas mais de perto.

Devido à necessidade e cuidado, as ovelhas se submetem a este tipo de pastor, e também pela carência, mas essa não é a figura ideal de pastor. O verdadeiro pastor e representante do reino de Deus, ele sente o cheiro da ovelha à distância, como a conhece pessoalmente, e sabe qual a mais desgarrada, e qual a mais inocente do rebanho, e qual a mais inteligente. Enfim, ele as conhece na sua totalidade. E as ovelhas ouvem a voz do pastor. (João 10.3)

Portanto, a vantagem de estar atrás das malhadas é que aquele que fica à frente de um rebanho, ele não consegue enxergar se uma vier a se extraviar. Mas aquele que fica atrás consegue ter visão do seu rebanho, como um todo.

Portanto, se algum intruso se colocar em posição de “ataque”, o bom pastor, que está por detrás defenderá a todas elas. Se este for um bom pastor, ele irá defender todas, independentes de qual está mais ou menos a frente ou atrás, não importa, para o bom pastor todas tem o mesmo valor. É por isso que a Palavra de Deus diz: “Porém, muitos primeiros serão os derradeiros, e muitos derradeiros serão os primeiros”. (Mateus 19.30)

Na verdade, “Muitos são chamados e pouco escolhidos” (Mateus 20.16b). Davi foi um desses, o qual foi escolhido por Deus e que aprendeu a servir por detrás das malhadas, sozinho, onde ninguém o – via, porém, apenas Deus, o avistava do alto da Sua glória.

Davi, o menor da casa de Jessé, foi o maior dos reis de Israel. O Senhor não olha para a aparência, mas para coração daquele que é servo. (1 Samuel 16.7)

Por isso, que nenhum de nós deve “aparentar” algo, diante dos homens, por outro lado, “ser” alguém diante de Deus. Nosso dever de servos é seguir a Deus e não aos homens. Assim, conforme a Palavra de Deus: E Davi era “o menor” da casa; e os três maiores seguiram a Saul, (1 Samuel 17.14). De acordo como o Senhor Jesus declara: “Mas não sereis vós assim; antes o maior entre vós seja como o menor; e quem governa como quem serve”. (Lucas 22.26)

“E ele, assentando-se, chamou os doze, e disse-lhes: Se alguém quiser ser o primeiro, será o derradeiro de todos e o servo de todos”. (Marcos 9.35)

Uma fronteira a ser cruzada: O itinerário de nossa vida é construído passo a passo. Portanto, passo a passo, cada um de nós, seja homem e mulher vai sendo convocado ou direcionado a realizar alguma coisa que lhes preencham plenamente. Em outras palavras, cada ser humano tem uma tendência a questionar a si mesmo, sobre quais caminhos deseja seguir, sobre qual direção deseja trilhar, sobre qual natureza deseja cruzar, sobre qual destino, e/ou sentido deseja nortear à sua vida, enfim, sobre o que ele deseja ser ou fazer, acerca de sua própria vida. Através de uma perspectiva de fé, tal decisão, movimenta-se por entre a experiência e a vontade de Deus. Ela está inserida em um contexto do “chamado divino”, e da obediência atenta para a resposta assertiva.

Por outro lado, falando de vocação universal das Sagradas Escrituras é conhecer a experiência de vida de homens e mulheres que, pelo estilo de vida, através do tempo, atenderam ao apelo de Deus, ouvindo a reposta certa ao chamado. De certa forma, percorrer pela compreensão da vocação de alguns personagens bíblicos é o mesmo que se doutrinar através do universo da história de Israel, ou a história do povo eleito e escolhido pelo Senhor dos Exércitos, senão:

– O povo que saiu da terra de Ur dos Caldeus (Mesopotâmia);

– O povo que ainda esteve cativo no Egito, que era conhecido como a “fornalha de ferro”;

– O povo que também foi pelo Senhor conduzido à Terra prometida “Canaã”;

– O povo que se estabeleceu como um Reino indivisível, porém, depois, tornou-se dividido;

– O povo que foi colocado no Exilo;

– O povo que, mais tarde, esse povo foi reconstituído;

– O povo que esperava por um salvador e que conheceu o Filho de Deus, Jesus de Nazaré.

Portanto, é através dessa história marcada pelo pecado e pela graça, “principalmente”, que encontramos homens e mulheres que serviram a Deus de forma sincera e que são modelos da plena vocação divina. Portanto, através dessa visão é que a bíblia registrou o chamado que Deus fez a homens e mulheres, nas Escrituras, até aos dias de hoje. Aqui, a visão, não é questionar a sua existência ou não, mas, principalmente, acompanhar essas figuras bíblicas, através da Bíblia, bem como o que levou esses homens e mulheres a “ouvirem o chamado de Deus e respostar de forma assertiva”. Para isso, escolheremos o personagem Davi, para ser nosso alvo!

Antigo Testamento “Vocação”: Contidos em um Universo Veterotestamentário, onde, os inúmeros relatos descrevem os chamados de homens, mulheres, jovens, e até mesmo de crianças que são convidados pelo Senhor a realizarem Sua missão, junto ao reino de Deus. Por ouro lado, no Antigo Testamento, a iniciativa de chamado, sempre é de Deus. (1 Samuel 3.4; Jeremias 1.4-5; Jeremias 30.21)

Cabe ao eleito apenas questionar e/ou indispor-se ao chamado, porém, jamais chamar a si mesmo. (Êxodo 3.11; 4.10; Jeremias 1.6)

De igual modo, atribui-se ao chamado no Antigo Testamento, uma intima comunhão com Deus (Jeremias 1.4-5), como a certeza de servir ao próximo. (Gênesis 12.1-9)

Assim, nos relatos em análise, seguem-se sob a demonstração de como os destinatários chamados viveram a experiência entre a “comunhão e serviço”.

Quem foi Davi na Bíblia? - Davi foi o rei mais ilustre de Israel, e antepassado de Jesus, conforme a genealogia bíblica. (Mateus 1.18)

Portanto, Davi foi pastor de ovelhas, líder militar, rei de Israel, músico e poeta salmista. Davi ainda escreveu muitos salmos, pelo que foi chamado “um homem segundo o coração de Deus” (Atos 13.22) – Davi, antes de ser rei: Segundo a antiga linhagem de Judá, Davi era o filho mais novo de um homem chamado Jessé, que morava em Belém de Judá. Davi cuidava das ovelhas de seu pai, também tocava harpa. Quando Deus rejeitou Saul como rei, Ele enviou o profeta Samuel para que ungisse Davi rei, e Davi foi cheio do Espírito Santo. (1 Samuel 16.12-13)

Mais tarde, por chamado do rei Saul, Davi foi trabalhar no palácio real, como escudeiro, ao mesmo tempo em que tocava harpa para acalmar a alma do rei.

Quando os filisteus atacaram Israel, Davi propôs derrotar o gigante filisteu Golias e se tornou, de fato e de direito, um guerreiro aclamado e popularmente famoso.

Dessa forma, Saul foi tomado por um suposto espírito de inveja contra Davi, por causa do empenhado sucesso de Davi em tudo quanto ele fazia, então, Saul buscou por seguidas vezes tirar a vida de Davi (1 Samuel 18.7-9). Porém, Jônatas, filho de Saul, o qual sendo amigo de Davi, por várias vezes, ajudou Davi a fugir das ciladas de seu pai. Devido à forma com que o rei Saul guardou no coração inveja de Davi, devido à presença de Deus está com ele, também foi o motivo que ele se tornou fugitivo, por durante vários anos.

Nesse meio tempo, Davi juntou um grupo de guerreiros e se tornou um “nômade”. Embora o tempo de fugitivo, devido às perseguições do rei Saul e seu exército, mesmo assim, Davi se recusou a matar Saul, mesmo sabendo ser rei depois dele. (Leia, 1 Samuel 24.6-7)

Davi, o rei de Israel: Após a morte de Saul em campo de batalha, contra os filisteus, Davi se tornou rei da tribo de Judá. Ele reinou sobre Judá durante sete anos, até que Isboset, o herdeiro sucessor de Saul, veio a morrer. Depois disso, ele se tornou rei de todo Israel.

“Em Hebrom reinou sobre Judá sete anos e seis meses, e em Jerusalém reinou trinta e três anos sobre todo o Israel e Judá”. (2 Samuel 5.5)

Davi atravessou muitas guerras, também teve muitas vitórias durante seu reinado. Ele estabilizou o poder de Israel e tornou Jerusalém a capital de seu reino. Davi também trouxe a Arca da Aliança para Jerusalém e fez todos os preparativos para que seu filho, Salomão, pudesse dar início às obras de construção do templo de Jerusalém.

A Família de Davi: A história revela que Davi teve várias esposas e concubinas “amantes”. Um dia, devido sua vida desregrada junto às muitas mulheres, ele chegou a cometer um adultério com Bate-Seba, a qual era esposa do Capitão Urias, o qual era contado entre os “valentes de Davi”. (2 Samuel 23.39)

Mais tarde, Bate-Seba engravidou de Davi, então, ordenou a morte de Urias, a fim de cobiçar sua esposa (Deuteronômio 5.21). Mas Deus castigou Davi severamente, por causa do seu pecado e a criança veio a morrer. (2 Samuel 12.13-14)

Davi desceu ao mais profundo do seu coração, na busca de arrependimento, porém, depois desse episódio, dentro da sua casa ocorreram diversos problemas familiares. Davi governava bem seu país, mas não sua família.

Por outro lado, alguns dos filhos de Davi eram rebeldes e contraditórios, vaidosos e violentos quanto ao proceder de seu caráter. Eles causaram diversos problemas a Davi, seu pai, e três desses filhos foram mortos.

Por que Deus abençoou Davi? – Longe de pensar que Davi fosse um homem de caráter perfeito, mas uma coisa é certa, ele amava a Deus. Davi fazia o seu melhor para obedecer a Deus de todo seu coração.

Quando Davi pecava, ele reconhecia seus erros e se arrependia de inteireza de coração, isto é, de verdade (Salmos 51.1-4). Davi, filho de Jessé, não era um homem arrogante, altivo e nem soberbo, mas ele entendia que como pecador, precisava ser dependente de Deus, a fim de poder usufruir da Sua misericórdia.

Não diferente de cada um de nós, Davi era cheio de pecados, tanto por dentro, como por fora, mas ele se arrependia dos seus, e com humildade.

Ele também sabia que sua salvação dependia totalmente da presença de Deus (Salmos 51.12-13; 56.3). Por isso, Deus abençoou Davi, garantindo a plenitude da sua descendência. Portanto, Jesus nosso Senhor, Salvador e Rei Eterno, e Dele, ficou conhecido, como descendência, filho de Davi. (Mateus 1.1)

Davi um chamado construído sobre a força e a fraqueza: Certamente que a narrativa dos chamados de Samuel e Saul, nos primeiros capítulos do Livro do profeta Samuel, praticamente, são pontes para o chamado de Davi. Isso pode ser confirmado, a partir de (1 Samuel 16), até o final de (2 Samuel), entre outros fatos, achamos textos que narram as ações de Davi.

Dos textos que tratam da vocação de Davi, em especial, sua narrativa está em (1 Samuel 16.1-23). Portanto, bem antes desses eventos, Deus já havia desaprovado Saul como rei de Israel, devido sua rejeição e rebeldia à Palavra Deus (1 Samuel 15.23). Nesse interim, Deus já suscitava no consternado coração do profeta Samuel o propósito de ungir um novo Rei para Israel. (1 Samuel 16.1)

Assim, o profeta Samuel, dirigiu-se à Belém de Judá, mais precisamente, à casa de Jessé (1 Samuel 16.4-5). Ali, o profeta passa por vista a todos os filhos de Jessé, até chegar a Davi de “cabelos claros, de belo aspecto e formoso à vista” (1 Samuel 16.12b). A este ele ungiu com o óleo, o futuro rei, e o Espírito de Deus, o Senhor dos Exércitos passou acompanhá-lo.

“Então Samuel tomou o chifre do azeite, e ungiu-o no meio de seus irmãos; e desde aquele dia em diante o Espírito do Senhor se apoderou de Davi; então Samuel se levantou, e voltou a Ramá”. (1 Samuel 16.13)

Características
Número de páginas 88
Edição 15 (2018)
Formato A5 (148x210)
Acabamento Brochura c/ orelha
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Offset 75g
Fale com o autor
Pastor Geovaldo Barroso

Geovaldo Barroso, bacharel em segurança pública, pastor evangélico, casado com a pastora Moza Barroso, vice-presidente da CC Cristã Terra Nova, Bacharel em Teologia, Faculdade Teológica Alfa e Ômega (FATAL-BA), líder da Escola Bíblica Teológica a Distância (EBTAD). Eusébio-CE-Brasil.

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