Por que o Direito existe? O que torna possível a convivência entre indivíduos com interesses, desejos e expectativas frequentemente conflitantes? As respostas para essas perguntas exigem compreender não apenas as normas e as instituições, mas também a própria natureza humana.
Este livro investiga como características fundamentais da experiência humana — cooperação, conflito, reciprocidade, confiança, moralidade, liberdade e responsabilidade — influenciam a formação, a legitimidade e a permanência da ordem jurídica. Integrando contribuições da Filosofia do Direito, da psicologia, da antropologia, da sociologia e das ciências da cooperação, demonstra que o Direito não surge como uma construção arbitrária, mas como uma resposta histórica aos desafios permanentes da vida em sociedade.
Ao analisar a relação entre comportamento humano e instituições jurídicas, a obra evidencia que compreender a natureza humana é condição indispensável para compreender os limites, as possibilidades e a estabilidade do próprio Direito.
Com linguagem clara, rigor conceitual e perspectiva interdisciplinar, este volume oferece uma reflexão consistente sobre os fundamentos antropológicos da experiência jurídica, mostrando que toda ordem normativa duradoura depende, em última análise, da compreensão da pessoa humana e das formas pelas quais ela constrói, preserva e transforma a vida em comum.
| Número de páginas | 326 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 90g |
| Idioma | Português |
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