Há casas que guardam memórias. Outras guardam fome.
No fim de uma estrada esquecida pelo tempo, existe uma construção antiga que respira no escuro, observa em silêncio e sussurra quando a noite cai. O Eco das Trevas acompanha a história de um homem que herda mais do que paredes velhas e chão rachado — herda um pacto antigo, selado com medo, culpa e vozes que jamais deveriam ser ouvidas.
O que começa como estranhezas comuns logo se transforma em um pesadelo sobrenatural. Sussurros atravessam o assoalho, sombras se movem onde não há luz e a casa passa a agir como um organismo vivo, faminto por presença humana. Cada noite revela segredos enterrados, memórias distorcidas e uma entidade que não grita — ela chama, seduz, provoca e cobra.
Com linguagem crua, adulta e perturbadora, o livro mergulhano terror psicológico e sobrenatural, explorando o limite entre sanidade e possessão. A entidade que habita a casa não precisa de violência explícita para dominar; ela se alimenta do que há de mais podre no íntimo humano: arrependimentos, desejos ocultos, culpa e medo. Cada palavra sussurrada é uma lâmina invisível, cada silêncio é uma ameaça.
À medida que o protagonista tenta resistir, percebe que a casa não é apenas um lugar — é um ciclo. Um selo antigo que precisa de alguém para permanecer fechado. Fugir tem um preço. Ficar, também. E a escolha nunca é realmente livre.
O Eco das Trevas é uma história sobre rendição, sobre o terror de perceber que nem todo mal vem de fora.
| Número de páginas | 2 |
| Edição | 1 (2025) |
| Idioma | Português |
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