Foi por ocasião da visita que o autor e seus colegas de pós-graduação fizeram a uma ETE de Houston, que ele teve ocasião de conhecer uma estação de tratamento de esgoto, em que a turbidez do efluente da ETE em nada lembrava o esgoto que estava sendo tratado, o que o fez perguntar a um colega:
– Para onde vai o efluente da ETE?
– Joga-se no ribeirão.
– Por que não encaminhá-lo à estação de tratamento de água?
A resposta não o convenceu:
– As pessoas da classe A jamais aceitariam consumir água que foi esgoto.
Décadas depois, quando era engenheiro da COPASA, tendo tomado conhecimento do tratamento terciário realizado na ETE Ibirité, o autor do presente trabalho perguntou a um colega por que não se completava o tratamento para transformar o efluente da ETE em água potável. O colega respondeu que esse efluente tem destino certo: o processo industrial da Refinaria Gabriel Passos - REGAP.
A REGAP pode reusar seu próprio efluente. Não é necessário lançar água com tratamento sofisticado para dessalgar o petróleo.
O presente trabalho se divide em duas etapas: na primeira, é mostrado como a REGAP deve tratar e reutilizar seu próprio efluente. Na segunda, é apresentado o tratamento complementar que a COPASA deve realizar para potabilizar o efluente da ETE Ibirité.
A Lagoa de Ibirité, que é maltratada pelo efluente da REGAP, deixará de o ser.
Os que gostam de história devem ler as notas de fim de página, em que é narrada a saga dos poços artesianos da REGAP.
| Número de páginas | 87 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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