E se aquilo que começou como uma distração fosse, pouco a pouco, destruindo tudo o que você acreditava estar sob controle?
Durante muito tempo, ela acreditou que podia parar quando quisesse. O jogo parecia apenas uma forma de lazer, uma fuga, um passatempo. Mas, quase sem perceber, a diversão deu lugar à compulsão — e a compulsão começou a ocupar espaços cada vez maiores de sua vida.
Vieram as perdas financeiras, as mentiras, o isolamento, a culpa, o medo de decepcionar quem mais amava e as promessas repetidas de que aquela seria a última vez.
Até que chegou o dia em que já não havia como continuar fingindo que estava tudo bem.
Ao pedir ajuda, ela encontrou em Jogadores Anônimos algo que não esperava: acolhimento, identificação e um caminho possível. Entre reuniões, espiritualidade, responsabilidade, serviço e os princípios dos Doze Passos, começou a compreender que parar de jogar era apenas o começo. A verdadeira recuperação exigiria aprender uma nova maneira de pensar, de se relacionar com os outros e de olhar para si mesma.
Foi nesse processo que descobriu também uma verdade transformadora: quem um dia precisou de uma porta aberta pode, mais tarde, ajudar a mantê-la aberta para quem ainda está procurando um caminho.
Eu Sou Responsável é um relato íntimo e verdadeiro sobre compulsão, queda, vergonha, fé, recomeço e reconstrução. Mais do que uma história sobre o jogo, é um testemunho sobre a coragem de pedir ajuda, a força do acolhimento e a possibilidade de reconstrui
| ISBN | 9786502286555 |
| Número de páginas | 102 |
| Edição | 2 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Espiral c/ acetato |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Couche 115g |
| Idioma | Português |
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