Manaus, 30 de junho de 1914. No calor febril da Paris dos Trópicos, António Patrício e Roberto Gomes, dois poetas do teatro em língua portuguesa, encontram-se enquanto a Europa caminha para a Primeira Guerra Mundial.
Que podem a escrita e o teatro perante a indústria das armas?
Entre a memória e a invenção, Exílio em Manaus imagina um encontro que talvez nunca tenha acontecido, mas cujas perguntas permanecem vivas: o que faz — ou não — de nós humanos?
| Número de páginas | 92 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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