Palmital é uma cidade pequena, esquecida pelo tempo — o tipo de lugar onde nada acontece. Até que algo começa a acontecer.
Criaturas que ninguém consegue nomear surgem nas margens da visão. O céu perde a lua. A realidade que Isabella conhecia vai cedendo, lenta e silenciosamente, como chão úmido sob os pés. E no centro desse desmoronamento, ela descobre que o medo maior não é o que espreita lá fora — é o vazio que sempre esteve dentro.
Uma ficção filosófica e onírica nos limites entre o real e o ilusório, o visível e o invisível — e naquele território inquieto onde as duas fronteiras se dissolvem.
Aqui, sobreviver não é o suficiente. É preciso lembrar quem se é. Ou descobrir quem sempre se foi — mesmo sem saber.
| Número de páginas | 250 |
| Edição | 3 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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